Mostrando postagens com marcador #Juiz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #Juiz. Mostrar todas as postagens

sábado, 14 de março de 2015

Confira aqui se realmente os horários dos colativos de sua empresa funciona

Quem nunca saiu correndo atrás do ônibus quando chegou atrasado? ou ate mesmo quando estava cheio, pois e a população de Colatina vem enfrentando problemas com as únicas duas empresas que operam na Cidade, desde 2014 os moradores estão na expectativa aguardando a decisão da prefeitura de Colatina que foi notificada, sendo que foi dado o prazo de seis meses para licitação para que uma nova empresa pudesse operar na cidade, e sabemos que não foi bem assim,porem a prefeitura junto com os vereadores do município realizara uma audiência publica para discutir o processo de licitação das concessões do transporte publico do município.Na mesma data, a justiça confirmou nulidade dos atuais contratos com as empresas Viação Joana D'arc e Viação São Roque sob justificativa de que não houve licitação previa. O prazo dado para a nova assinatura dos acordos vai ate o mês de maio.
De acordo com informações da prefeitura, os representantes do município e da empresa ML Consultoria, responsável pelo edital da licitação, vão apresentar detalhes sobre a disputa. Na audiência será apresentado o formato para concessão, além da discussão sobre a possível inclusão de novas linhas a serem licitadas, redução da tarifa dos ônibus, renovação da frota e melhora na capacidade técnica das empresas. A previsão é de que as novas concessões tenham prazo inicial de 20 anos.

Na decisão publicada nesta terça, o juiz da Vara da Fazenda Pública do município, Getter Lopes de Faria Júnior, manteve o seu entendimento em relação à ilegalidade da Lei municipal nº 4.554/1999, que autorizou ao prefeito delegar, sem licitação, pelo prazo de 15 anos, a prestação do serviço de transporte coletivo. Em agosto de 2013, o magistrado já havia concedido uma liminar que obrigava a prefeitura a realizar a licitação no prazo de seis meses, porém, a ordem acabou não sendo cumprida.
 

Atualmente, os contratos de concessão da Viação Joana D’Arc e Viação São Roque já se esgotaram – a vigência dos acordos venceu em outubro passado –, mas as empresas seguem realizados os serviços até o desfecho da nova licitação. Na sentença assinada em novembro do ano passado, o magistrado voltou a fixar o prazo de seis meses para o cumprimento da ordem judicial.

Nos autos do processo (0007054-25.2013.8.08.0014), o Ministério Público Estadual (MPES) questionava a legalidade da lei municipal, que permitiria a “possibilidade de infindáveis prorrogações” das concessões. Os representantes do parquet pediam a nulidade dos atuais contratos e a celebração de novos acordos, de acordo com a legislação. Durante a instrução do caso, os representantes das empresas chegaram a cogitar a possibilidade de indenização pelo fim dos acordos. No entanto, o juiz Getter Lopes Júnior rejeitou o pedido.

Enquanto nada acontece em colatina confira aqui o horario que o seu coletivo esta passando em seu Bairro Viação São Roque, Viação Joana D'arc

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Juiz pede intervenção na Prefeitura de Colatina

Ele quer nomeação de interventor no lugar de Deptulski. Obras não realizadas são o motivo

O juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública de Colatina, Menandro Taufner Gomes, pediu a intervenção do Estado na cidade. O motivo, segundo ele, é que o município não cumpriu as ordens judiciais para realização de obras emergenciais em 12 áreas de extremo risco de perda de vidas e patrimônio.

As ordens foram expedidas após o Ministério Público (MPES) entrar com 12 ações contra a prefeitura entre março e abril.

Eptulski alega que faz drenagem das águas da chuva
                                                                           A intervenção consiste na nomeação de um interventor do Estado para o lugar do prefeito Leonardo Deptulski (PT). “Assim que o interventor cumprir as ordens e fizer aquilo que o prefeito não fez, ele (prefeito) retoma ao cargo”, detalhou o magistrado.

Conforme Menandro, o pedido foi encaminhado ontem ao MPES para que represente ao Tribunal de Justiça. “O segundo passo é o encaminhamento ao promotor de Justiça para abertura de processo de improbidade contra o prefeito e aplicação de multas pessoais a ele”.

O juiz também encaminhou à Câmara de Vereadores uma solicitação para abertura de CPI ou de um processo de cassação.

“Justamente pelo descaso do município em resolver as obras emergenciais que evitariam mortes, destruição do patrimônio público e privado dos colatinenses”, explicou o juiz.
Menandro disse ainda que a justificativa do prefeito para não ter cumprido as decisões da Justiça é porque precisa fazer um processo de licitação. “Mas a própria lei de licitação orienta que nesses casos ele pode baixar um decreto de calamidade e fazer a dispensa da licitação”, afirma.

A assessoria da Prefeitura de Colatina informou que Deptulski já foi notificado do pedido do juiz ao Tribunal de Justiça. Acrescentou também que a prefeitura realiza ações como drenagens das águas das chuvas, colocação de lonas nas áreas com risco de deslizamento, demolição das construções que comprometem imóveis e interdição de áreas de risco.
Fonte: www.gazetaonline.com.br