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sexta-feira, 11 de abril de 2014

Mãe confessa ter jogado filha recém-nascida em matagal por já ter 3 filhos

Polícia identificou mulher a partir de imagens de carro usado para deixar bebê. Menina foi encontrada na segunda-feira (7) por moradores em Cáceres (MT).

Uma mulher de 29 anos confessou ter jogado a filha recém-nascida em um matagal usado como depósito de lixo por moradores de Cáceres, a 220 km de Cuiabá. A delegada da Polícia Civil Mariell Antonini Dias, que investiga o caso, disse que a mulher é de classe média e teria condições financeiras para cuidar da criança.
“Ela contou que abandonou o bebê porque o marido, que trabalha como técnico de informática, tinha ameaçado se separar dela caso ela engravidasse novamente”. A menina foi encontrada na manhã de segunda-feira (7) por moradores da região, que acionaram o Conselho Tutelar. Ela foi resgatada e encaminhada para um hospital da cidade.
A mulher já tem outros três filhos e, por isso, quis se desfazer da criança. Segundo a delegada, a mulher não tem nenhum tipo de distúrbio mental nem não toma remédios. “Ela é uma pessoa conhecida na cidade. Trabalha como vendedora de uma loja ‘famosa’ daqui. Depois de jogar a filha, continuou com a rotina normal dela”, disse Mariell.
Câmeras de segurança da rua registraram imagens do momento em que o carro da mulher passou pelo local. “Não conseguimos identificar a placa do veículo, mas pelas características conseguimos chegar até o marido dela, que alegou não saber que a mulher estivesse grávida”, afirmou a delegada. A polícia abriu um inquérito, e a mulher deve responder por tentativa de homicídio qualificado. A suposta participação do pai do bebê também deve ser apurada.
Testemunhas que convivem com a vendedora relataram à polícia que a mulher não aparentava estar grávida. Ela fez o parto sozinha no banheiro de casa na noite de domingo (6) e teria rasgado o cordão umbilical. “Como ela já tinha tido três filhos por meio de parto normal, foi mais fácil”, apontou Mariell. Somente no dia seguinte, a mulher levou a bebê até o matagal e a abandonou. Ela não chegou a amamentar a menina.
A polícia fez busca e apreensão na casa da vendedora e encontrou algumas evidências de que a criança teria nascido no local. Foram encontrados uma lâmina, fios de cabelo e um absorvente que a mãe havia usado.
À polícia, a mulher disse que pretende ficar com a criança. “A bebê correu o risco de ter sido atacado por um cachorro ou de ter morrido de fome. Estava toda suja de fezes da mãe. Ela não se deu ao trabalho nem de limpar a criança”, destacou a delegada. A prisão da vendedora não foi pedida.

Fonte: www.sitebarra.com.br

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Diabete gestacional A doença que só aparece na gravidez


O início de uma gravidez é marcado pelas inúmeras modificações que o corpo da mulher sofre, entre elas as hormonais, que podem trazer algumas disfunções para o organismo, como é o caso do diabete gestacional.
O que é
O diabete gestacional é uma condição de intolerância aos carboidratos, com graus de intensidade variados. Sua principal característica é o início ou detecção durante a gravidez, podendo ou não persistir após o parto, quando se deve fazer nova avaliação. A glândula endócrina localizada no pâncreas, responsável pela produção de insulina, tem como função controlar a quantidade de açúcar no sangue. Devido às mudanças que ocorrem no organismo da gestante, alguns hormônios podem prejudicar a ação da insulina, dificultando a entrada de glicose nas células. Para a maioria das mamães, o corpo compensa este desequilíbrio aumentando a fabricação de insulina, mas quando há uma diminuição desta produção, eleva-se a taxa de açúcar sanguíneo e surge a diabete gestacional.
O que pode causar
O reconhecimento da doença logo no início da gestação desempenha um papel de extrema importância, pois é possível evitar a morbimortalidade obstétrica e complicações fetais, tais como: microssomia (fetos muito grandes), imaturidade pulmonar fetal, hipoglicemia (taxa de glicose no sangue abaixo do normal), hipocalcemia (baixo teor de cálcio no sangue) e hiperbilirrubinemia (aumento do teor de pigmentação vermelha no sangue) nos recém-nascidos, além de má formação do bebê.
Fatores de risco
A presença da diabete gestacional determina uma gestação de risco, os fatores de risco mais importantes são:
  • Idade materna superior a 25 anos
  • Baixa estatura
  • Presença de hipertensão arterial
  • Gordura de localização abdominal
  • História pessoal de diabete
  • Presença de parentes de 1º grau com diabete
  • Gestações anteriores com bebês muito grandes ou com má-formação
  • Retardo de crescimento do feto
  • Morte fetal ou neonatal sem causa aparente
  • Aumento excessivo de peso na gravidez atual
  • Altura uterina maior do que a esperada para a idade da gestação
  • Crescimento acentuado do feto 
  • Presença de grande quantidade de líquido amniótico
Tratamento
Se diagnosticada cedo, a mamãe pode ter uma gravidez tranqüila, recebendo orientação especializada e tratamento adequado. Além de realizar uma dieta rigorosa própria para diabéticos para controlar os níveis glicêmicos deve-se monitorá-los constantemente para que permaneçam dentro do padrão de normalidade.

Daí a importância da verificação da taxa de açúcar no sangue durante os exames pré-natais, já que é nesta fase que os índices de glicose no sangue da futura mamãe podem estar elevados. A mamãe deve ainda ser incentivada a realizar atividades físicas com exercícios próprios para gestantes, como hidroginástica, caminhadas e aulas de alongamento e relaxamento corporal, porém sempre respeitando seus limites.
Tratamento com insulina, especificamente aquele que não causa perigo para o bebê, só deve ser introduzido caso apenas a dieta não seja suficiente para manter os níveis adequados de glicemia no organismo da gestante ou se ocorrer um crescimento exagerado do feto.
Os níveis de açúcar no sangue da gestante devem ser acompanhados também após o parto, ainda que a maior parte das mulheres deixe de apresentar as características do diabete, apesar de ter maiores chances de desenvolver a doença no futuro.
Fonte: alobebe.com.br

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Criança fica sozinha em casa, leva choque e mãe vai presa

A tia do bebê correu para desligar a chave geral do imóvel. A polícia foi chamada e a mãe presa por abandono de incapaz


A desempregada Vanessa Santos Rosa, 23 anos, abandonou o filho sozinho dentro de casa, em Feu Rosa, na Serra, na tarde desta quarta-feira (20), e ele acabou tomando choques depois que enrolou o fio do ventilador no pescoço. Foi a terceira vez que a mulher deixou a criança sozinha, segundo a cunhada.

O garoto foi socorrido e levado pelo Corpo de Bombeiros para um hospital da Grande Vitória. O menino passa bem. Foi a tia da criança, uma operadora de equipamentos de 29 anos, quem ouviu o choro do garoto e percebeu que alguma coisa estava errada na casa da cunhada.

"Ela mora com meu irmão no andar de cima e percebi que o bebê chorava muito. Corri para ver o que estava acontecendo e encontrei meu sobrinho todo enrolado num fio", contou. Depois, a tia do bebê correu para desligar a chave geral do imóvel. A polícia foi chamada e a mãe presa por abandono de incapaz.