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quinta-feira, 19 de junho de 2014

Vítimas das chuvas que castigaram o Espírito Santo continuam sem apoio e convivem com destruição

Reportagem percorreu três cidades castigadas pelos temporais que mataram 24 pessoas

Foto: Edson Chagas
Adenilson Ribeiro, no córrego Dois Irmãos, que transbordou com as fortes chuvas de dezembro de 2013 e levou na correnteza a casa de seu Julio Cesar Ribeiro que morreu no desabamento - Especial Chuvas
Ainda sem acreditar, o jovem mostra o Córrego Dois Irmãos, no alto de uma serra em Baixo Guandu. Na véspera do Natal de 2013, o filete de água alcançou três metros de altura e matou quatro de seus familiares. Os corpos de dois deles nunca foram encontrados. “Ainda procuro ao menos os ossos”, desabafa Adenilson Ribeiro, 22 anos.

Seis meses após a tragédia, pouco mudou na vida de Adenilson e de outras vítimas das chuvas que atingiram o Estado, no final do ano passado. Uma enchente que afetou 54 municípios, expulsou mais de 60 mil de casa e matou 24 pessoas.

Os sobreviventes, além da perda de familiares e dos traumas, enfrentam graves dificuldades financeiras. Vivem de aluguel social, as roupas e o que possuem em casa são doações, sofrem com problemas de saúde ou não conseguiram enterrar seus mortos. “Ainda ouço a voz do meu irmão na mata. Era um homem bom, não merecia isso”, diz Adenilson sobre Julio Cesar Cleto, 19, um produtor rural. Além dele está desaparecido o corpo de seu sobrinho, Daniel Cleto, de 3 anos.

Solidariedade

A mãe e a esposa de Júlio, Aparecida, 43, e Tatiana, 15, também morreram soterradas. Foram os vizinhos de uma comunidade próxima, Ibituba, que ajudaram a resgatá-las. Como ficaram isolados pelas chuvas, foi a comunidade que limpou e arrumou os corpos. “Foi um marceneiro daqui que fez o caixão”, conta Glória Oliveira, moradora de Ibituba.
 
Na hora da tragédia todos dormiam na casa, que ficava às margens de uma encosta. Por volta das 2 horas, a água do córrego, misturada a entulhos e pedras, soterrou a residência, arrastando o que sobrou, incluindo as vítimas, por dezenas de metros. A destruição foi tão grande que sobraram poucos vestígios no local: os restos de um tanquinho e vigas.

Adenilson mora hoje na casa de uma tia e toma conta do cafezal de cinco alqueires que agora lhe pertence. Mas anda desanimado. “Tenho que construir uma nova casa, mas a vontade é de ir embora. Dói muito”, relata. 

Queríamos fazer um simulado de alerta de enchentes, mas tivemos que adiar. A população ainda está traumatizada

Darly Dettmann, Prefeito de Itaguaçu

 
O Córrego Dois Irmãos onde ele vive faz parte de uma das quatro comunidades rurais de Baixo Guandu, onde moram aproximadamente 8 mil pessoas. Localizadas em regiões de serra, ficam a mais de uma hora da sede do município. Durante a enchente, alimentos, roupas e remédios só chegavam de helicóptero.

O acesso a esses locais, que já era precário, está ainda pior. Há barreiras ameaçando desabar, estradas perigosas, rios assoreados. Em Baixo Guandu, 40 pontes foram destruídas. Há ainda comunidades, como Alto Mutum Preto, que correm o risco de desaparecer. Toda a vila foi construída embaixo de um barranco que ameaça desabar.

Foto: Edson Chagas
Ponte sobre o rio Guandu com galhos de árvores que podem represar a água em caso de chuvas fortes e elevado nível da correnteza - Especial Chuvas
Semelhanças


Uma situação que não é muito diferente da vizinha Itaguaçu, que enfrentou três enchentes nos últimos quatro anos. Na semana do Natal ficou completamente alagada, em alguns pontos a água chegou a um metro e meio. Até o prefeito da cidade, Darly Dettmann, foi desalojado.

Quando o nível da água abaixou, após cinco dias, estradas, dezenas de casas, escolas, unidades de saúde, prédios públicos e 20 pontes tinham sido destruídas. Com recursos próprios o município tenta reverter a situação, mas já não há dinheiro.



Na cidade onde vivem pouco mais de 14 mil habitantes, seis pessoas morreram. Três delas na zona rural e outras três na sede municipal, em Barro Preto.

Lá morava a família do casal Neusa Aparecida Borges, 44, e José Vitorino Venke, 41 anos. Com graves problemas de saúde eles sobreviveram ao soterramento que matou três de seus familiares: a mãe, Odília Marcelino Borges, 84; a nora Claudiana Nogueira Paixão, 21, grávida de oito meses; e o neto, João Pedro Paixão, de um ano e dois meses.

Minha irmã também foi desabrigada pela chuva mas se recusou a ficar conosco. Naquela madrugada nossa casa foi soterrada.

Neusa Borges, Vítima de Itaguaçu

 
Na madrugada da véspera de Natal, uma avalanche de terra soterrou a casa de dois andares. No local só sobrou a laje da garagem. Neusa e Vitorino foram resgatados gravemente feridos. “Estávamos dormindo e acordamos embaixo dos entulhos”, relatam. Ambos apresentam problemas na coluna. Ele não consegue mais trabalhar nem se aposentar, e ela tem dificuldades para falar e andar. Em meio a lágrimas, ela acrescenta: “Perdemos tudo, tudo”.

Foto: Edson Chagas
Neusa Aparecida Borges no local onde era sua casa, bairro Barro Preto, que foi levada por avalanche de terra provocada pelas fortes chuvas de dezembro de 2013 - Especial Chuvas
O casal recebe aluguel social e tenta se manter com a renda de um pequeno salão, no centro de Itaguaçu. Conta com a ajuda do filho, Danilo Borges Paixão, 27. Um jovem que não consegue expressar a perda da esposa grávida e do filho. “Já era calado, agora quase não fala”, conta Neusa, cujas lágrimas aumentam quando lembra do bebê que estava por nascer. “Era uma menininha”.

Sem recursos

Danilo e Claudiana moravam na zona rural, mas estavam na casa de Neusa a pedido médico. A jovem estava no oitavo mês de gravidez. No dia da tragédia, Danilo tinha ido conferir a situação da propriedade e assim escapou do soterramento. Tudo o que sobrou foi uma pequena bolsa com as roupinhas do bebê, encontrada pela Defesa Civil.

Na mesma rua onde a família morou por mais de 20 anos, outras três casas foram atingidas, sem vítimas. A região é considerada agora de risco iminente. Novos deslizamentos podem ocorrer se voltar a chover, mas não há perspectivas de que obras possam ser feitas na região por falta de recursos.

A prefeitura local já adquiriu um terreno para construir as casas para as famílias que foram desabrigadas, mas os recursos não chegaram. Algo que desespera Neusa e Vitorino. “Perdemos tudo. Não tenho como comprar uma casa”, diz Neusa.

Comércio

Foto: Edson Chagas
Romulo João Gatti, proprietário do supermercado Gurizão que ficou alagado com inundação do Rio Doce em dezembro de 2013 - Especial Chuvas
Nos dois municípios grandes perdas também foram registradas no comércio. Em Itaguaçu, o Supermercado Pagel ganhou destaque quando a população disputou os alimentos que estavam sendo descartados. “Aquilo foi por desespero. Nada poderia ser aproveitado”, relata o proprietário Celso Pagel. 

Ele se emociona quando anda pelo galpão de estoque. “Em 30 anos nunca ficou vazio como agora”, diz, relatando com exatidão o tempo de alagamento: “Foram cem horas”. Pagel estima seu prejuízo em mais de R$ 1,3 milhão.

Abrigo

Outro que se emociona quando lembra dos dias de enchente é o padre Paulo Bosi Dal’Bó. Ele abrigou mais de 1.200 pessoas em sua igreja, incluindo os primeiro bombeiros que chegaram à cidade, cujo barco virou e tudo perderam.

Relata que os primeiros gritos de socorro foram ouvidos na manhã do dia 21 de dezembro de 2013. Antes que a manhã terminasse a igreja já estava lotada. Naquela noite dormiram nos bancos e no chão, sem colchões ou lençóis. “Mas todos foram acolhidos”, destaca o padre, cuja igreja se transformou no centro de controle de operações para os militares estaduais, do Exército, da Força Nacional e de voluntários.

Para o padre, a tragédia deixou várias lições. Uma delas é de que a solidariedade ajudou a superar a tragédia. “As doações não deixaram que nada faltasse e o trabalho voluntário salvou vidas”. Também ensinou, destaca, que é preciso repensar a gestão das cidades. “Muitas construções, até de prédios públicos, estão sendo feitas às margens dos rios”, pondera, preocupado com o risco de novas enchentes.

Colatina: em meio a entulhos, moradores tentam recomeçar suas vidas
 
Foto: Edson Chagas
Claudio Roque, desabrigado do Bairro São Marcos onde deslizamento de terra em dezembro de 2013 derrubou casas matando várias pessoas - Especial Chuvas

Desde o dia em que ocorreu o desabamento que matou sete pessoas, no bairro São Marcos, em Colatina, nada mudou. Uma montanha de entulhos com os restos das casas, dos móveis e objetos pessoais das vítimas lembram um cenário de guerra e não permitem que os vizinhos e parentes se recuperarem da tragédia.

Elas estavam tão felizes com a nova pintura do quarto, as roupas e os sapatos novos. Nem puderam aproveitar...

Orleide Costa, Mãe de duas vítimas

 
E o pior: sem um trabalho de contenção no local há o risco iminente de novos desabamentos. Tanto que uma creche situada no alto do morro (muro verde na foto ao lado) foi desativada.

Uma situação que revolta Claudio Roque Almeida, cuja casa foi parcialmente atingida pelos destroços no dia em que comemoraria os 15 anos da filha. “Desde então vivo de aluguel social sem a perspectiva de quando esta situação vai mudar”, desabafa.

Tragédia

Logo em frente a casa dele morava Orleide Almeida Costa, 29, e suas três filhas. Ela e os tios, que viviam ao lado, estavam animados com o almoço que fariam no Natal. O ex-marido, William Gomes, visitava as filhas.

No dia anterior, 24, Orleide foi trabalhar bem cedo. Vestia o uniforme quando foi surpreendida com a visita do ex-marido. “Machucado e em desespero, pedia perdão por só ter salvado uma de nossas três filhas”, conta, em prantos. “Minha vida acabou naquele momento”, acrescenta.

Foto: Edson Chagas
Orleide Almeida Costa perdeu as filhas Karolayne e Ana Carolina no desabamento de sua casa levada por deslizamento de encosta no bairro São Marcos nas fortes chuvas de dezembro de 2013 - Especial Chuvas
De sua casa, nada sobrou. Os corpos de suas filhas – Karolayne, 7, e Ana Carolina, 9 –, foram resgatados três dias depois. Com elas morreram ainda seus tios, uma prima e dois vizinhos. Semanas depois sua avó, 69, não resistiu à dor das perdas e morreu. “É muito difícil. Só não enlouqueci porque ainda tenho dois filhos para criar”, diz Orleide.

Seu relato é feito em uma casa de três cômodos, onde vive com a filha Crislaine, 4, no bairro Airton Senna, afastado do centro de Colatina. No espaço mal iluminado e úmido pelas infiltrações da chuva estão as poucas coisas que recebeu de doação. “Quando chove a Crislaine entra em desespero”, conta a mãe enquanto acaricia a única foto das filhas falecidas, recuperada dos entulhos. No dia da tragédia seu filho Leandro, 2, estava com uma tia, com quem ainda mora.

Seu desespero aumentou na última semana, quando soube que um golpista está usando sua tragédia para vender rifas na cidade. “Não vendo rifas. Trabalho como merendeira”, diz, revoltada. Tudo o que ela deseja é uma casa para recomeçar a vida. “É um sonho”, desabafa.

Recomeço também é o sonho de muitos comerciantes de Colatina, cujas lojas foram completamente destruídas. Um delas é a Casa das Rações. Seu dono, Claudio Marcos Zaché, estima o prejuízo em R$ 1,6 milhão. “Reabrimos, mas é difícil recuperar o pique”, conta Claudio. Preocupado com o risco de novas enchentes, decidiu procurar outro espaço para abrigar seu estoque.

Recursos federais para a reconstrução das cidades e das casas não chegaram

A maior parte das 54 prefeituras que foram atingidas pelas fortes chuvas de dezembro do ano passado ainda não conseguiu dinheiro para reconstruir suas cidades. Além de pontes e estradas que precisam ser refeitas, a maior dificuldade é garantir uma nova moradia para as famílias que foram desabrigadas.
 

Em Baixo Guandu, por exemplo, a expectativa era receber R$ 42 milhões do governo federal. “Reduziram para R$ 1,4 milhão”, conta o prefeito Neto Barros. Com o dinheiro só poderá fazer quatro, das 42 pontes que foram destruídas.

Lá existem 37 famílias que vivem com aluguel social de R$ 475 mas os recursos para a construção das casas não chegaram. “Tivemos ajuda do Estado durante as enchentes e apoio com máquinas para recuperar estradas, mas ainda tem muito para ser feito”, diz Neto Barros, que investiu R$ 1,6 milhão de recursos próprios.

Semelhanças

Foto: Edson Chagas
Rio de Itaguaçu que transbordou e inundou a cidade com as chuvas de dezembro de 2013 - Especial Chuvas
A cidade vizinha, Itaguaçu, precisava de R$ 18 milhões, mas o governo federal decidiu mandar R$ 5,5 milhões. “Só vou poder fazer nove das 40 obras que eram necessárias”, relata o prefeito Darly Dettmann, que já investiu R$ 2 milhões de recursos na recuperação de sua cidade.

Lá além das estradas e prédios públicos reformados, 20 pontes foram destruídas. Cinquenta famílias foram desabrigadas e vivem de aluguel social no valor de R$ 350.

Colatina aguarda os recursos federais para fazer a contenção da encosta que desabou em São Marcos. “Recebemos a primeira parcela no valor de R$ 3 milhões”, relatou o prefeito Leonardo Deptulski. A cidade vai receber R$ 9,7 milhões dos R$ 38 milhões que pediu ao governo federal.

Deptulski já adiantou que só poderá fazer sete das 24 obras planejadas. Mas como já tinha em andamento, antes da enchente, um projeto “Minha Casa, Minha Vida”, terá condições de destinar pelo menos 80 moradias para moradores da cidade que ficaram desabrigados.

Em Colatina, 300 famílias estão sem casa e 256 vivem de aluguel social, de R$ 600. “Vamos tentar convênios para garantir a construção de outras casas”, diz o prefeito.

A preocupação dos prefeitos e que um novo período de chuvas fortes, no final do ano se aproxima e as cidades ainda não conseguiram se recuperar. 

Apoio do Estado

Ilustração sobre prejuízos causados pelas chuvas no EstadoO Estado assinala que investiu R$ 400 milhões de um total de R$ 540 milhões que havia prometido para a reconstrução. Parte destes recursos – R$ 87 milhões – foram aplicados na recuperação de rodovias e pontes.

Cerca de R$ 16 milhões foram para o cartão reconstrução destinado às famílias e quase R$ 13 milhões na construção de casas em cinco municípios. “Também investimos R$ 24 milhões em máquinas que ajudaram os municípios a recuperarem suas estradas”, destaca o secretário da Casa Civil, Tiago Hoffmann.

Ele reconhece que a maior dificuldade dos municípios decorre dos recursos federais que não chegaram. “Há cidades, como Vila Velha, que não vai receber nada”, relata. Para piorar a situação, acrescenta, estas mesmas cidades já tinham tido redução de receitas com o fim do Fundap.

Hoffmann garante que, dentro das possibilidades, o Estado vai tentar ajudar os municípios. “Não na velocidade que precisam, mas terão nosso apoio”, pontua.

Fonte: A Gazeta

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Exame Supletivo: inscrições começam no dia 05 de maio


 
Divulgação 
Começam no dia 05 de maio as inscrições para o primeiro Exame Supletivo 2014, aplicado pelos Centros Estaduais de Educação de Jovens e Adultos (CEEJA). As inscrições devem ser feitas pelo site www.sedu.es.gov.br até o dia 14 de maio. Os candidatos que não têm acesso à internet podem ir até uma escola da rede estadual e solicitar auxílio na secretaria, das 7h30 às 20 horas.

Para se inscrever, o candidato deve morar no Espírito Santo e ser maior de 15 anos, caso queira prestar exames para conclusão do ensino fundamental, e maior de 18 anos para o ensino médio.

Para os candidatos do ensino médio, as provas serão nos dias 19, 20, 26 de julho e, para os do fundamental, nos dias 26 e 27 de julho.

Candidatos que, em virtude de crença religiosa não puderem realizar o exame aos sábados, deverão fazê-lo nos dias 20, 21, 28 de julho para o ensino médio, e 27 e 28 de julho, para o fundamental.

“O Exame Supletivo, além de proporcionar uma formação básica aos estudantes, também é um fator que contribui para a continuidade da vida acadêmica dos participantes. Com o certificado em mãos, os estudantes têm a chance de iniciarem cursos de ensino técnico ou superior, além de aumentar as chances dos alunos ingressarem ou permanecerem no mercado de trabalho, que atualmente exige cada vez mais conhecimento dos profissionais”, destacou a subgerente da Educação de Jovens e Adultos (EJA), Mariane Luzia Folador Dominicini Berger.

O exame será aplicado pelos quatro Centros Estaduais de Educação de Jovens e Adultos (CEEJA): Vitória, Colatina, Cachoeiro de Itapemirim e Linhares. A divulgação dos locais de prova será feita a partir do dia 07 de julho.

Já o resultado final dos exames será divulgado no dia 29 de agosto, pelo site da Secretaria de Estado da Educação (Sedu).

Para ser aprovado, o candidato deve ter nota igual ou maior que 6,0. As provas exigirão conhecimentos de Língua Portuguesa, Redação, Matemática, Ciências, História, Geografia e Artes, para o ensino fundamental, e Língua Portuguesa, incluída Redação e Literatura, Matemática, Biologia, Física, Química, História, Geografia, Arte, Língua Estrangeira Moderna - Inglês, Filosofia e Sociologia para o ensino médio.

As provas do exame supletivo são aplicadas anualmente para verificar se o estudante atingiu os requisitos de conhecimento que comprovem a conclusão dos estudos em nível fundamental e médio.
Informações Adicionais:
CEEJA Vitória
Ladeira São Bento, nº 66, Centro – Vitória
Tel.: 27 3233-3563.

CEEJA “Pedro Antônio Vitali” - Colatina
Av. Pedro Vitali, nº 209, Bairro Tropical - Colatina
Tel.: 27 3721-1433.

CEEJA Cachoeiro de Itapemirim
Rua Moreira, nº 215, Bairro Cel. Borges – Cachoeiro de Itapemirim
Tel.: 28 3522-5678.

CEEJA Linhares
Rua Monsenhor Pedrinha, s/n, Centro – Linhares
Tel.: 27 3371-0179

terça-feira, 25 de março de 2014

Mulher é atingida por bala perdida no Hospital das Clínicas


Quem viu a cena disse que houve correria e tumulto na área do hospital

Uma mulher foi atingida por uma bala perdida no ombro quando aguardava uma consulta no Hospital das Clínicas (Hucam), em Vitória, na manhã desta terça-feira (25).

Outras pessoas que aguardavam a consulta perto dos consultórios do setor de oftalmologia relataram que a bala pegou de raspão no ombro da vítima. Após atingir a mulher, o projétil caiu no chão.
 
De acordo com a assessoria da Polícia Militar, uma viatura da PM foi enviada ao local e identificou um tiroteio na região. De acordo com os policiais no local, o estilhaço de bala, que atingiu a mulher de raspão, seria proveniente deste tiroteio. Os agentes continuam no local investigando a troca de tiros.
 
Já a assessoria do hospital informou que não houve gravidade no ferimento, a mulher foi atendida no local e já foi liberada.
 
Foto: Leandro Nossa 
Mulher foi atingida por bala perdida no ombro quando aguardava consulta no Hospital das Clínicas
Greve afeta serviços do Hospital das Clínicas
 
No Campus de Goiabeiras, Biblioteca Central e outros setores também não funcionam Trabalhadores técnico-administrativos da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) aderindo à paralisação nacional nesta segunda, e vários setores dos campi são afetados.

Segundo o Comando Local de Greve, no Hospital das Clínicas os setores de marcação de consultas ambulatoriais de clínica geral, pediatria geral, ginecologia entre outros procedimentos estão suspensos durante a greve.

“Estamos esperando pela rodada de negociação com o governo, que ainda não foi marcada. Já são mais de 35 universidades em greve no país”, afirma a representante do Comando Local de Greve, Janine Teixeira.

No campus de Goiabeiras, as atividades estão paralisadas na Biblioteca Central, secretarias de departamento, Prograd, Restaurante Universitário (RU), entre outros.

Os funcionários reivindicam a revogação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) e a redução da jornada da categoria para 30 horas semanais, entre outras melhorias.
Fonte: www.portalguandu.com.br

Governo desliga todos os radares nas rodovias estaduais

269583092e8542d3b3de02f9649097a5ccd00699-300x187Você motorista já teve a impressão de que o radar por onde você passa não estaria ligado? Sua impressão está correta se você dirige por uma via estadual. Isso porque todos os radares de 198 faixas de tráfego no Espírito Santo estão desligados para troca dos aparelhos. A instalação dos novos radares já começou. Todos entram em funcionamento, progressivamente, entre os dias 31 de março e 14 de abril.
Recentemente o Governo do Estado fez licitação e uma nova contratação para instalação de radares nas estradas estaduais e vias metropolitanas. A transição dos equipamentos depende do desligamento dos antigos, antes de haver a instalação dos novos radares.
Os novos equipamentos são mais modernos e com grande capacidade no armazenamento de dados. A ordem para desligamento dos aparelhos antigos foi dada no dia 12 de março, de acordo com a diretora geral do Departamento de Estadas e Rodagens (DRE), Tereza Casotti.“É importante destacar que os locais onde temos radares instalados são pontos em que há necessidade de manter a velocidade reduzida. Ainda que não tenhamos hoje o controle do tráfego nesses locais por conta dessa transição, os motoristas precisam saber que é necessário reduzir a velocidade esses locais”, afirmou em entrevista à Rádio CBN Vitória.
A diretora geral do DER acrescentou que o índice de respeito aos redutores de velocidade, por parte dos motoristas, chega a 99,93%. Casotti prevê que não devem haver imprevistos que atrasem a instalação dos novos radares, como a ocorrência de chuvas, por exemplo. “Somente em casos, por exemplo, de chuvas torrenciais e não estamos no período desse tipo de chuva. A gente trabalha com a previsão de que isso não ocorra e que não haja prejuízos no cronograma”, aposta a diretora.
A prioridade para religamento de radares será em rodovias e outras vias na Grande Vitória. Tereza Casotti antecipou que isso irá ocorrer primeiro em toda a extensão das rodovias ES-010 (Serra) e ES-060 (Vila Velha e Guarapari). Em breve, após a renovação de todos aparelhos de fiscalização o Estado contará com radares do tipo OCR, que serão instalados em 32 locais, primeiramente todos no interior capixaba.
Os equipamentos OCR terão capacidade de acessar instantaneamente o banco de dados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), após a leitura da placa, e de emitir alertas ao Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, em casos de veículos com restrição de furto e roubo e com documentação vencida. As instalações desses radares começa após a atualização dos equipamentos que foram desligados.
Fonte: www.sitebarra.com.br

domingo, 23 de março de 2014

Adolescente é flagrado com 73 papelotes de cocaína dentro de pacote de chips

Ele fingia comer os salgadinhos, mas acabou despertando a curiosidade dos policiais, em Vitória

Um adolescente de 16 anos foi apreendido no início da noite deste domingo (23) no bairro Ilha do Príncipe, em Vitória, com 73 papelotes de cocaína. O que mais chamou atenção da polícia foi a criatividade do rapaz, que já é conhecido por vender drogas na região.
 
Ao avistar a viatura passando pelo local, ele entrou correndo em um bar e fingiu que estava comendo um chips. Porém, não retirava a mão da embalagem plástica. Os policiais, então, fizeram a abordagem e encontraram os papelotes de cocaína, R$ 20 em dinheiro e um telefone celular. O adolescente foi levado, junto com o material apreendido, para o DPJ de Vitória.
 
Foto: Edson Chagas
Pacote de chips cheio de cocaína, que estava em poder de adolescente na Ilha do Príncipe
Fonte: www.gazetaonline.com.br

segunda-feira, 3 de março de 2014

Carnaval continua fazendo estragos por todos os lados, 11 pessoas morreram no transito e a tiros

Um homem foi morto a tiros dentro de casa por volta das 14 horas deste domingo (2), no bairro Nova Esperança, em Linhares. Esse é o segundo assassinato registrado pela Polícia Militar neste final de semana no município. A vítima foi identificada como Antônio Gomes Maria, 60 anos.
Segundo a Polícia Militar, o corpo apresentava oito perfurações. Moradores disseram que Antônio era trabalhador e não tinha problemas com ninguém. O corpo foi levado para o Serviço Médico Legal (SML) de Linhares. O crime será investigado pela Polícia Civil. Na noite do último sábado (01), uma jovem de 21 anos também foi morta a tiros no município.
Tatiane Diogo Silveira foi atingida por dois disparos no tórax e um nas costas. Ela chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros para o Hospital Rio Doce, mas, segundo a instituição hospitalar, a vítima não resistiu aos ferimentos. O assassinato ocorreu por volta das 21 horas, na Rua José Arquilino, bairro Santa Cruz.
Moradores disseram à Polícia Militar que viram dois homens encapuzados saindo correndo do local. Eles informaram ainda que a jovem era usuária de drogas.
Acompanhe aqui os demais acontecimentos
Um adolescente foi morto com vários tiros no balneário de Iriri, no Litoral Sul do Estado. O crime aconteceu na praia Costa Azul, por volta das 01h30 deste domingo. Outros quatro jovens que estavam no local no momento do crime também foram baleados e levados para o hospital da cidade.
De acordo com informações da Polícia Civil, Renan Coelho Travaglia, 19 anos, estava comprando bebida em uma barraca na beira da praia quando foi baleado. Já de acordo com populares que estavam no local, o jovem teria se envolvido em uma discussão. Logo após, um homem chegou e efetuou os disparos contra ele. Renan morreu no local.
Outros quatro jovens, que estava na praia também foram baleados, Renan Oliveira da Silva, 20, Vitor Lopes Moreira, 18, Gustavo Crisanto, 20 e Lucas Evangelista, 21. No local do crime foi encontrado um projétil de arma Ponto 40, usada somente pelas forças policiais. A Polícia Civil está investigando o caso.
Homem é encontrado pegando fogo no interior de Iconha
Um homem ainda não identificado foi encontrado pegando fogo, no interior de Iconha, em uma estrada que dá acesso a BR 101 Sul. O caso aconteceu na noite do último sábado (01) por volta das 20h. Populares que passavam pelo local viram o homem em chamas e acionaram a ambulância do hospital local.
De acordo com o hospital, acredita-se que tenham jogado alguma substância inflamável no corpo dele e depois atearam fogo. Uma enfermeira que prestou os primeiros atendimentos a vítima, informou que ele disse ser de Uberlândia (MG) e se chamar Edson.
Não havia nenhuma documentação com o homem. Ele foi encontrado com vários hematomas na região da cabeça e um corte no pescoço. Assim que deu entrada no hospital de Iconha, já com 90% do corpo queimado, a médica que o atendeu preferiu encaminhá-lo para o hospital DR Jayme dos Santos Neves, na Serra.
No entanto, como ele estava em estado debilitado, pararam no hospital Dório Silva, onde ele faleceu. O caso será investigado pela polícia do município.
Mais mortes no primeiro dia de Carnaval
O feriado de Carnaval começou com vários registros de acidentes. Os mais graves ocorreram em Aracruz, na região Norte, e em Iúna, na região Sul. Cinco pessoas morreram.
Em Aracruz, o acidente ocorreu na ES 010. Uma pessoa morreu. De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), Astênio dos Santos Barbosa, 57 anos, conduzia um Chevrolet Astra, quando colidiu em um caminhão carregado com cloro. Ele morreu no local. O corpo foi levado para o DML de Vitória.
O acidente ocorreu por volta das 10 horas, na entrada de Vila do Riacho. A PRE informou que o Astra saía da localidade e, quando foi entrar na rodovia, bateu no caminhão, que seguia em direção à BR 101.
A passageira do automóvel, Jambiza Santos Muniz da Silva, 35 anos, foi levada para o Hospital São Camilo, em Aracruz. Ela está acompanhada de familiares, em observação médica, e passa bem.
Em Iúna, o acidente aconteceu na BR 262, próximo ao trevo da cidade. Quatro pessoas morreram na colisão que envolveu três veículos. As vítimas foram um homem, uma mulher e uma criança, de dois anos, da mesma família, e uma mulher que estava em outro veículo.
De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), um Chevrolet Corsa invadiu a contramão e colidiu de frente com um Hyundai HB20 e, em seguida, com um Volkswagen Parati.
No HB20 estavam o soldador José Vitor Ribeiro de Figueiredo, conhecido com Valtinho, 43 anos, a esposa Flávia Moreno de Figueiredo, 30 anos,e a filha do casal Isabela, dois anos. Eles saíram por volta de 4 horas de casa, em Nova Carapina II, na Serra, e seguiam para a casa dos pais da mulher em Belo Horizonte (MG).
O automóvel era dirigido pelo irmão de Flávia, Tiago Moreno, 25 anos. A família informou que ele fraturou a clavícula e foi levado para o Hospital de Ibatiba. A criança também foi encaminhada para a unidade, mas não resistiu aos ferimentos. José Vitor e Flávia morreram no local.
No Corsa estavam quatro pessoas. O condutor, um homem de 30 anos, uma mulher de 59 anos e uma criança de três anos, que também foram levados para o Hospital de Ibatiba. Uma mulher de 34 anos, passageira do veículo, morreu na hora. A PRF não informou o nome da vítima.
Já na Parati estava um rapaz de 24 anos, que sofreu lesões leves e também foi socorrido para o hospital.
A irmã de José Vitor, a supervisora Ivani Ribeiro, afirmou que o velório dos três familiares será neste domingo (02) na casa deles. Segundo ela, toda a família está em estado de choque com o acidente.
Grande Vitória
Na tarde deste sábado dois acidentes causaram retenções no trânsito na Avenida Marechal Mascarenhas, sentido Camburi, em Vitória. Por volta das 14 horas, um veículo prata e um gol branco colidiram. Houve vazamento de óleo na pista. O Samu atendeu a ocorrência no local.
Por volta das 16 horas, um Gol e um Corsa classic colidiram também na Marechal Mascarenhas, dessa vez, sentido Centro. Após a colisão, o Gol bateu em uma árvore.
Em Vila Velha, um motociclista furou um sinal na Avenida Carlos Lindenberg e colidiu com um ônibus do sistema Transcol. Segundo Kátia Natalina, que presenciou o acidente, o homem sofreu ferimentos graves.
“Ele estava com muito sangue na boca e gritando de dor, acredito que sofreu graves ferimentos por dentro. O homem estava desesperado”, conta.
Fluxo intenso
O dia apresentou lentidão no trânsito para quem tentou sair da Grande Vitória com destino a outros Estados e ao interior. A PRF informou que desde o início da manhã o trânsito na BR 101 teve muita lentidão entre os km’s 251 (Posto PRF Serra) ao 229 (semáforo de Fundão), em virtude do feriado.
Dois homens morrem baleados e um bebê fica ferido em Iriri
Dois homens morreram e um bebê de sete meses ficou ferido, por volta das quatro da manhã deste sábado, em Iriri, município da Região Sul do Estado. A tragédia aconteceu em uma casa de praia, alugada por um grupo de pessoas para curtir o carnaval.
Quando as mulheres, que haviam saído para comprar cerveja, chegaram em casa, encontraram o corpo de Lutierry Nascimento dos Santos, 22 anos, caído na varanda da residência, além de Lucas da Silva Máximo, 19 anos, baleado na rua e sua filha, de sete meses, aos prantos e com um ferimento na perna.
A namorada e a sogra de Lucas, que morreu no hospital, acreditam que um grupo de pessoas tenha chegado atirando nos homens, sem se preocupar com a presença da menina de sete meses. Dona Maria, avó de Lutierry, diz não ter dúvidas que o alvo dos tiros era o seu neto.
“Ele era uma pessoa muito boa, mas mexia com drogas, tenho certeza que o alvo dos tiros era ele”, desabafa. A mãe de Lucas está revoltada. Segundo ela, o filho mal conhecia Lutierry e morreu por causa dele. “Estou em desespero, o meu filho não deve nada a ninguém e morreu de graça”, afirma. A criança foi atingida de raspão e passa bem.
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Fonte: www.gazetadonorte.com

Homem mata mulher a facadas, ameaça taxista e se joga da Terceira Ponte

Após matar a esposa a facadas no bairro Vale Encantado, em Vila Velha, o cobrador Jairo Alves dos Santos, de 23 anos, se atirou da Terceira Ponte no início da tarde desta segunda-feira (03).
Para chegar ao local, Jairo pegou um táxi no Terminal Rodoviário de Coqueiral de Itaparica, em Vila Velha. Ao taxista, o cobrador disse que iria para um shopping em Vitória, no entanto, no meio da Terceira Ponte, ele disse ao homem para que parasse o carro e que se não fizesse o que ele pedia, atiraria no taxista.
Assustado, o homem deixou o rapaz no local e saiu. Ao sair da ponte, a polícia já havia sido informada que Jairo havia se atirado no mar. No táxi, o cobrador ainda deixou o par de chinelos que calçava, e foi esse objeto que levou a polícia a relacionar o suicídio à morte da esposa de Jairo, horas antes, a vendedora Katiane Almeida da Silva Alves, de 24 anos.
Mensagem
Casado há dois anos, o cobrador deixa um bebê, de apenas oito meses. Minutos antes de se atirar da ponte, Jairo ainda mandou uma mensagem para uma amiga da igreja que frequentava e que considerava como mãe, dizendo que havia matado a esposa e que iria se matar. Ele ainda pediu na mesma mensagem para que a mulher buscasse sua filha em casa. O bebê estava no berço, em casa, no momento do crime.
O corpo do cobrador não foi encontrado e a polícia não tem informações sobre a motivação do crime.

Fonte: www.gazetadonorte.com

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Fugitivo atira contra carro da polícia e é baleado em perseguição no ES

Jovem de 18 anos cumpria pena em regime semi aberto.

Ele não voltou para a Unidade de Internação.

Do G1 ES, com informações da TV Gazeta
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Um jovem de 18 anos que cumpria pena em regime semi aberto em uma padaria de Vitória voltou a cometer crimes neste domingo (2). Ele estava em um carro roubado com outros quatro suspeitos e trocou tiros com a polícia durante uma perseguição no bairro São Diogo, na Serra, Grande Vitória. Na ocasião, o jovem foi baleado na perna e levado para o Hospital Jayme dos santos Neves, também na Serra, onde está internado.
O rapaz foi preso quando ainda era menor de idade e, por isso, cumpria pena em regime semi aberto. Pela manhã, ele trabalhava como chapeiro em uma padaria e a tarde voltava para a Unidade de Internação. Mas, no último domingo (2), ele não retornou após o trabalho.
Segundo a polícia, em menos de 48 horas o rapaz conseguiu um revólver, uma arma de colecionador, que foi usado na troca de tiros. Ele e outros quatro criminosos estavam em um carro roubado, rodando em São Diogo, na Serra. "Iniciou-se uma perseguição e os cinco indivíduos dentro de um carro roubado não pararam, perderam o controle do carro ali no bairro São Diogo, desembarcaram do veículo e iniciaram uma fuga a pé. Houve confronto armado, a nossa viatura foi atingida por disparos de arma de fogo e um dos criminosos foi atingido na perna, socorrido, e com ele foi apreendida uma arma de fogo", explicou o tenente coronel da Polícia Militar Nylton Rodrigues.
Para o tenente coronel, casos como esse são comuns e bastante preocupantes. Segundo ele, uma média de quase três armas são apreendidas por dia na Serra. "Infelizmente, quase todos os dias nós estamos tendo confrontos armados aqui no município da Serra. Os criminosos estão cada vez mais bem armados. Para se ter ideia, apenas no mês de janeiro nós apreendemos 80 armas de fogo, entre revólveres, fuzis, metralhadoras, escopetas… É muito preocupante, porque o criminoso está armado e está enfrentando a polícia", disse.O gerente da padaria, Marco Aurélio Guimarães, contou que o jovem tinha chances de ser contratado para permanecer na empresa. "No fundo, no fundo, a empresa sempre pensa em trazer esses jovens novamente para a sociedade, para resgatá-los. É um trabalho social que a empresa sempre faz, vários já passaram por aqui, alguns voltaram, mas alguns se ressocializaram, então a gente fica um pouco triste", lamentou.
Fonte: G1.com/es

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Três mortos em acidente com ônibus de turismo do Espírito Santo


O tombamento aconteceu por volta das 17h na altura do km 95, na pista sentido Rio de Janeiro. O grupo havia seguido para São Paulo no domingo para fazer compras na região do Brás


Um acidente com um ônibus de turismo que fazia o trajeto entre São Paulo (SP) e Vitória (ES) deixou três pessoas mortas e pelo menos 23 feridos na tarde desta segunfa-feira (20) na Via Dutra, no trecho de Pindamonhangaba (SP). Por volta das 17h15, o veículo caiu em uma ribanceira de aproximadamente 20 metros. De acordo com o Corpo de Bombeiros, outras 14 pessoas não tiveram ferimentos e foram liberadas no local. No momento do acidente, 38 passageiros e dois motoristas estavam no ônibus.

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Dos três mortos, dois são do sexo feminino. Uma das vítimas identificadas é Cristiane Costa Brandão. A outra mulher ainda não foi identificada. O homem que morreu tem 44 anos e se chama Hildegard Gomes da Costa. Os corpos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) de Pindamonhangaba. Já as demais vítimas foram levadas para unidades médicas em Pindamonhangaba e Taubaté. Um dos casos mais graves está sendo atendido no Pronto Socorro de Pinda, onde um homem que teve o pé amputado está no centro cirúrgico.
 
De acordo com uma das donas da empresa, Neilda Knaak, o grupo saiu domingo de Vitória para realizar compras em São Paulo, para renovação de estoques dos lojista que fretaram o coletivo. "Acionamos a seguradora e estamos prestando toda a assistência às vítimas. Todos que estão fora de perigo e que foram liberados no local do acidente, aguardam hospedados em um hotel, em Aparecida do Norte, para voltarem ao Estado", afirmou a proprietária.
 

Divulgação

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o motorista do ônibus – que saiu ileso – informou em depoimento que o acidente ocorreu quando ele perdeu o controle do ônibus após ultrapassar uma carreta pela esquerda e voltar para a pista da direita. Ele foi levado para o Distrito Policial de Pindamonhangaba. Por volta das 20h20, o congestionamento na região do acidente era de 13,5 quilômetros.
Acidente

O tombamento aconteceu por volta das 17h na altura do km 95, na pista sentido Rio de Janeiro. O grupo havia seguido para São Paulo no domingo (19) para fazer compras na região do Brás. Eles deixaram a capital paulista por volta das 15h desta segunda (20) e a previsão de chegada à capital capixaba era às 5h desta terça-feira (21).

A empresa informou que acionou o seguro e que uma equipe já está se dirigindo para o local do acidente. Um outro ônibus será colocado à disposição das pessoas que tiverem alta médica.
 
(Com informações da TV Vanguarda e G1 Vale e Região)

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Campanha Rolezinho no HEMOES

Uma campanha que esta fazendo o maior sucesso e o rolezinho no HEMOES, se você quer participar se junte anos no dia 1 de Fevereiro vá ate o hemocentro na Avenida Marechal Campos,1468 em Vitoria  e participe também desta campanha, com apenas uma doação você pode salvar 3 vidas, procure também o hemocentro de sua cidade de segunda a sexta Feira e contribua não vai doer nada.


domingo, 15 de dezembro de 2013

Musico Carlos Papel é atropelado na Avenida Princesa Isabel, em Vitória

O músico teve fratura exposta da tíbia da perna esquerda e ainda três costelas quebradas

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ALMIR NETO | aneto@redegazeta.com.

Foto: Carlos Alberto Silva
Carlos Alberto Silva
Carlos Papel, em foto de 2012
O músico Carlos Papel, de 60 anos, foi atropelado na noite desta sábado (14), depois de sair de uma festa, quando tentava chegar a um ponto de táxi no centro de Vitória, para voltar para casa.

De acordo com a mulher dele, Zuleica Nali, Papel seguia a pé, na companhia do filho, pela Avenida Princesa Isabel. Ao tentar atravessar a avenida, foi atingido por uma motocicleta que seguia no sentido Centro/Praia.

Segundo ela, Carlos informou que o motociclista trafegava com o farol da moto apagado e, como chovia muito na hora do acidente, ele não conseguiu enxergá-lo. Devido ao asfalto molhado, o motociclista também não conseguiu frear o veículo a tempo e acabou atingindo pai e filho.

O socorro foi acionado e uma ambulância do Samu foi ao local, onde prestou os primeiros socorros ao músico e o encaminhou para o Hospital São Lucas, em Bento Ferreira.

O músico teve fratura exposta da tíbia da perna esquerda e ainda três costelas quebradas. Ele passou por cirurgia e pinos foram colocados para fixação do osso. Zuleica informou que o músico deve ficar pelo menos quinze dias internado.

O filho sofreu ferimentos leves. 

Carteira

Ainda de acordo com Zuleica, os policiais informaram que o rapaz que pilotava a moto trabalha como motoboy e estava com a carteira de habilitação suspensa. Ele permaneceu no local durante o atendimento médico. 
Fonte: gazetaonline