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domingo, 9 de fevereiro de 2014

APRENDA A ELIMINAR BARATAS E FORMIGAS SEM USAR VENENO INDUSTRIAL

É comum encontrarmos alguns insetos em casa, especiamente em determinadas épocas do ano. E para eliminá-los de forma mais rápida, a primeira atitude que tomamos é utilizar os venenos artificiais vendidos livremente no comércio. Porém, usar inseticidas de maneira indiscriminada e sem a proteção adequada pode ser prejudicial tanto para o meio ambiente quanto para as pessoas, já que esses são tóxicos e afetam a saúde.
Veneno Natural para Insetos Aprenda a eliminar baratas e formigas sem usar veneno industrial

Como fazer venenos caseiros

Utilizar materiais caseiros é uma opção menos nociva e bem mais barata para eliminar os insetos indesejáveis. Para quem pensa que é complicado preparar esses venenos caseiros, veja algumas dicas de receitas simples e rápidas que ajudarão a espantar baratas e formigas, os insetos domésticos mais comuns.

Para eliminar baratas

Materiais necessários:

- 100g de ácido bórico (encontrado facilmente em farmácias);
- 1 cebola picada em pedaços bem pequenos;
- 1 colher (sopa) de farinha de trigo.

Passo a passo para o preparo e aplicação

Misture bem todos os ingredientes. Em seguida, faça bolinhas e distribua pela casa. Caso possua animais, lembre-se de mantê-los afastados da mistura.
Outra sugestão é misturar partes iguais de açúcar e gesso, colocar a mistura dentro de tampinhas de plástico e espalhá-las em armários, móveis e demais lugares estratégicos. O gesso impedirá que a barata se reproduza, além de não fazer mal algum para os humanos.

Para eliminar formigas

Para acabar com formigas no açucareiro, basta colocar pedaços de casca de limão. Outra sugestão para espantar esses insetos é utilizar o cravo-da-índia. Espalhar fumo picado em locais frequentados por elas, como armários, pias, e outros, também ajuda a afastá-las. Se as formigas insistem em comer as plantas da casa, a dica é misturar borra de café com água, umedecer uma estopa e colocá-la ao redor da planta, repetindo o procedimento a cada 3 dias. Assim, as formigas finalmente deixarão seu jardim em paz.
Fonte: www.atitudessustentaveis.com.br

Triagem de Manchester - padronização no Pronto Atendimento

O Sistema de Triagem de Manchester é uma metodologia científica que confere classificação de risco para os pacientes que buscam atendimento em uma unidade de pronto atendimento. O Sistema de Classificação de Risco (SCR) dispõe de 52 entradas, que se entende por fluxos ou algoritmos para a classificação da gravidade, avaliação esta codificada em cores. Os fluxogramas estão agrupados de forma a identificar sinais, sintomas ou síndromes que habitualmente motivam a ida do paciente a um Pronto Atendimento.

“Cada cor de classificação determina um tempo máximo para o atendimento ao paciente, de forma a não comprometer a sua saúde“, explica a enfermeira Ana Paula Pancieri, Gerente Administrativa do Pronto Atendimento do Hospital Beneficência Portuguesa, de São Paulo.

Quanto ao significado das cores, Pancieri informa que o paciente classificado como vermelho deve ser atendido de imediato, ou seja, tempo zero. As demais cores laranja, amarelo, verde e azul devem ser atendidas em tempo máximo de 10 minutos, 60 minutos, 120 minutos e 240 minutos respectivamente.


A Triagem de Manchester teve origem na Inglaterra, na cidade de Manchester. No Brasil, foi utilizado pela primeira vez em 2008, no Estado de Minas Gerais, como estratégia para reduzir a superlotação nas portas dos pronto-socorros e hospitais. Hoje, ele é acreditado pelo Ministério da Saúde, Ordem dos Enfermeiros, Ordem dos Médicos e é entendido como uma evolução no atendimento aos quem recorrem a um Serviço de Urgência.

“A grande vantagem desta Triagem é separar os casos verdadeiramente urgentes dos não urgentes e garantir o atendimento prioritário dos casos mais graves”, explica a enfermeira. Ela ainda informa que os pacientes deixam de ser atendidos pela ordem de chegada ao setor de urgência e passam a ser em função da gravidade da situação. “É um grande passo para a sistematização da assistência. O fato de os doentes estarem ordenados por prioridades é vantajoso para os profissionais, que passam a ter uma imagem clara do número de doentes que se encontram no setor e da sua gravidade, permitindo gerir as tarefas a atuar de forma mais correta e responsável”.

A implantação da Triagem também é vantajosa para o paciente, pois submetido a esta metodologia de classificação de risco está certamente assegurado que não correrão risco de vida, além de que o tempo de atendimento será determinante para uma melhor recuperação e intervenções mais assertivas para a queixa que o motivou a procura do serviço.

A enfermeira ainda cita outro benefício deste protocolo, que é a garantia de oferecer um serviço homogêneo, ou seja, independentemente do horário, do dia da semana ou do profissional que estará de plantão, a instituição de saúde terá a mesma padronização no atendimento.

O processo de triagem se dá com a abertura de ficha no setor. Após, o paciente é direcionado para a sala de triagem. “O enfermeiro triador identifica a queixa principal e através dela associa um fluxograma de Manchester a ser aplicado. Baseado nas respostas do paciente ele identificará uma cor para o risco”, explica Pancieri.
O enfermeiro é o profissional responsável por este processo.

Abaixo, um exemplo do discriminador (fluxo) para asma:


Hoje, a Escala de Manchester assume um contexto de "boas práticas" e é uma forte ferramenta de Gestão, tanto que pode ser aplicado também na atenção primária, como nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

É muito importante ressaltar que instituições que utilizam o protocolo de Manchester  precisam ter profissionais habilitados por meio de treinamento, teste formal e por escrito para a certificação do triador. “As auditorias são periódicas para avaliação do sistema de triagem”, acrescenta Ana Paula.

E é ela quem informa aos profissionais que atuam nesta área que eles devem sempre buscar o aprimoramento constante das discussões referentes ao atendimento de urgências, discutir as metodologias hoje existentes e participar de fóruns sobre o tema.
“O Protocolo de Manchester ainda apresenta lacunas para melhoramento e incremento de condutas. Recentemente, no mês de novembro, a Beneficência Portuguesa participou do primeiro encontro internacional de Manchester, sediado em Belo Horizonte, onde tivemos a oportunidade de compartilhar relatos de casos de países europeus e hospitais brasileiros”, justifica.

Fonte: www.portaldaenfermagem.com.br