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segunda-feira, 9 de março de 2015

PT diz que panelaço fracassou e foi ‘financiado’ por partidos de oposição

Em nota publicada no site na madrugada desta segunda-feira, o Partido dos Trabalhadores (PT) avaliou que o “panelaço fracassou em seu objetivo” e que foi financiado pelos partidos de oposição. Na noite de domingo, a fala na TV da presidente Dilma Rousseff, onde ela pedia paciência à população e coragem para enfrentar a corrupção, causou vaias e xingamentos nas ruas de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Santa Catarina e Curitiba. Houve ainda panelaço e buzinaços como forma de protesto.
“As manifestações que aconteceram em algumas cidades brasileiras durante pronunciamento da presidenta Dilma Rousseff foram orquestradas para impedir o alcance da mensagem, mas fracassaram em seus objetivos”, diz trecho do texto. A avaliação é do secretário nacional de Comunicação do PT, José Américo Dias, e do vice-presidente e coordenador das redes sociais da legenda, Alberto Cantalice.
“A comprovação do curto alcance do protesto veio pelas próprias redes. A hashtag#DilmadaMulher, em apoio à presidenta, tornou-se uma das mais usadas pelos internautas e entrou para o trending topics do Twitter, durante a fala da presidenta em cadeia nacional de rádio e TV”.
O PT diz que o “panelaço”, realizado por moradores de bairros de classe média , como Águas Claras (DF), Morumbi e Vila Mariana, em São Paulo, e Ipanema, no Rio, foi mobilizado durante o final de semana por meio das redes sociais, conforme monitoramentos do PT.
“Tem circulado clipes eletrônicos sofisticados nas redes, o que indica a presença e o financiamento de partidos de oposição a essa mobilização”, afirma José Américo. “Mas foi um movimento restrito que não se ampliou como queriam seus organizadores”, completa.
O secretário avalia que apesar da intensa convocação e dos investimentos na divulgação do protesto, a mobilização não repercutiu nas áreas populares e perdeu o alcance.
Para Cantalice, a movimentação via internet tem ligações com outras reações ao governo, oriundas de setores que pretendem um golpe contra a atual gestão.
“Existe uma orquestração com viés golpista que parte principalmente dos setores da burguesia e da classe média alta”, define o vice-presidente.
Dilma usou a maior parte do pronunciamento para explicar e pedir apoio às medidas. Ela negou que o Brasil passe por uma crise de grandes dimensões, disse que depois do início da crise econômica internacional de 2008, o governo agora teve coragem de mudar a estratégia de enfrentamento ao problema, que no Brasil foi agravado por conta da crise hídrica. Dilma ressaltou que os direitos dos trabalhadores são sagrados e não serão prejudicados. E que o país não vai parar. O esforço, disse, será passageiro.
topics do Twitter, durante a fala da presidenta em cadeia nacional de rádio e TV”.
O PT diz que o “panelaço”, realizado por moradores de bairros de classe média , como Águas Claras (DF), Morumbi e Vila Mariana, em São Paulo, e Ipanema, no Rio, foi mobilizado durante o final de semana por meio das redes sociais, conforme monitoramentos do PT.
“Tem circulado clipes eletrônicos sofisticados nas redes, o que indica a presença e o financiamento de partidos de oposição a essa mobilização”, afirma José Américo. “Mas foi um movimento restrito que não se ampliou como queriam seus organizadores”, completa.
O secretário avalia que apesar da intensa convocação e dos investimentos na divulgação do protesto, a mobilização não repercutiu nas áreas populares e perdeu o alcance.
Para Cantalice, a movimentação via internet tem ligações com outras reações ao governo, oriundas de setores que pretendem um golpe contra a atual gestão.
“Existe uma orquestração com viés golpista que parte principalmente dos setores da burguesia e da classe média alta”, define o vice-presidente.
Dilma usou a maior parte do pronunciamento para explicar e pedir apoio às medidas. Ela negou que o Brasil passe por uma crise de grandes dimensões, disse que depois do início da crise econômica internacional de 2008, o governo agora teve coragem de mudar a estratégia de enfrentamento ao problema, que no Brasil foi agravado por conta da crise hídrica. Dilma ressaltou que os direitos dos trabalhadores são sagrados e não serão prejudicados. E que o país não vai parar. O esforço, disse, será passageiro.

Fonte: www.oglobo.com

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Moradora da Serra afirma ter acertado as dezenas da Mega-Sena


O prêmio estava acumulado em mais de R$ 20 milhões

Murilo Cuzzuol
EQUIPE EU AQUI

Uma moradora do bairro Serra Dourada III, na Serra, afirma ter acertado as seis dezenas do concurso 1311 da Mega-Sena, realizado nesta quarta-feira (17). Os números sorteados foram 07, 09, 12, 19, 45 e 54, e o prêmio estava acumulado em aproximadamente R$ 24 milhões.

A apostadora conta que foi a uma lotérica em Tabuazeiro, Vitória, por volta das 13 horas desta quarta-feira (17). Desempregada, ela fez três jogos, no valor de R$ 2 cada.
foto: Murilo Cuzzuol | gazeta online
Mega-Sena
No primeiro jogo do cartão, ela escolheu os números 10, 14, 22, 35, 37 e 53 (que correspondem ao recibo da Caixa, imagem à direita).

No terceiro jogo, ela apostou nas dezenas 10, 14, 43, 46, 49 e 53 (que também correspondem ao recibo da Caixa, imagem à direita).,

Mas, no segundo jogo, ela mostra que marcou os números 07, 09, 12, 19, 45 e 54, as dezenas sorteadas nesta quarta-feira (17), porém, no recibo da Caixa constam os números 15, 22, 27, 33, 45 e 52.
Transtornada com o possível erro na hora da aposta e, consequentemente, a perda do prêmio milionário, a jogadora responsabilizou a lotérica. "Apostei nos números que foram sorteados. Quando eu conferi no cartão cheguei a passar mal, mas para minha tristeza e lamentação o comprovante indicava outra aposta. Tenho certeza que joguei os números sorteados", contou.

Inconformada, ela, que é natural de Cachoeiro de Itapemirim, na região Sul do Espírito Santo, acionou a ouvidoria da Caixa Econômica Federal para tentar resolver a situação, mas foi orientada a procurar a lotérica onde fez as apostas. "Eles disseram que é impossível a máquina errar a aposta, mas sei que eu não errei", desabafou.

A assessoria da Caixa Econômica Federal no Espírito Santo garante que é a primeira vez que um caso como este ocorre no Estado. A instituição lamenta o ocorrido e se exime de culpa, pois "cabe ao apostador conferir no ato da aposta os números que constam no bilhete e no comprovante". Existindo erro, ele deve mostrar ao atendente a situação irregular.

A assessoria da Caixa explicou que os aparelhos que efetuam os jogos não são manipuláveis e que a chance de erro é nula. Os leitores apenas registram os jogos preenchidos corretamente. No caso de uma aposta simples da Mega-Sena, a máquina não efetua apostas com números preenchidos incorretamente, ou com com mais ou menos dezenas, nem mesmo marca números que não foram preenchidos à caneta pelos apostadores.

Confira os destaques do canal Cidadão Repórter