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sexta-feira, 27 de junho de 2014

Espancamento: prima relata versão sobre morte de José Teodoro ‘Caninana’

Eliene Ribeiro de Paula escreveu uma carta ao SiteBarra, relatando detalhes da morte de seu primo, José de Abreu, 52 anos, mais conhecido por ‘Caninana’, no dia 19 de junho de 2014. Caninana residia na Rua Gama, bairro Campo Novo, em Barra de São Francisco. Eliene ainda mostra o laudo que diz a causa da morte de ‘Caninana’.
Veja o que diz a carta escrita por Eliene Ribeiro de Paula:
SiteBarra+Barra+de+Sao+Francisco+Foto0595_0010“Eu Eliene Ribeiro de Paula, prima do falecido  José Teodoro da Silva procurei o SiteBarra pra mostrar a verdadeira versão da morte de José Teodoro, que tudo que falaram até agora é mentira até a reportagem xula que um site publicou. Eu sendo prima dele já não vendo (caninana)  há vários dias sabendo que ele era alcoólico e que sua amásia Cristina trancava a casa e deixava ele sozinho, pra mim isso é carcere privado.
Acionei o polícia militar para que me ajudasse a tirar ele dali pra levar pro hospital e lá tentar encaminhar para uma clínica para se tratar, e chegando lá juntamente com a polícia chamamos pela frente da casa que estava toda com as luzes apagadas e ninguém atendeu, até que a vizinha nos gritou que tinha como entrar pelos fundos da casa dela e arrombamos a porta com a presença da polícia, e chegando lá encontrei meu primo em uma situação lastimável vivendo em condições sub-humana, agonizando deitado em cima do próprio vômito e Cristina do lado dele tentando esconder as marcas de agressão que eram várias, ela falou que é porque ele caiu, mais não é verdade porque ele já estava bem debilitado e nem mais saia de casa, a polícia acionou ambulância, mas resolvemos levar na viatura, ele não foi achado morto e sim agonizando, morreu a caminho do hospital no meu colo, até que saiu o primeiro laudo, que a causa da morte falada pelo próprio legista Mauricio Lawrence Freitas, foi espancamento levando a traumatismo”.
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terça-feira, 25 de março de 2014

AL: Menino morre após ser espancado por colega de escola

3ce974f9db519e95db5fc851c470a473O Instituto Médico Legal (IML) de Maceió informou que a causa da morte do menino Josival dos Santos Nascimento, 6, na manhã desta terça-feira (25), foi espancamento. A criança estava internada no Hospital Geral do Estado (HGE) e os pais dela contam que houve uma briga entre o menino e dois colegas em que ele apanhou muito. O laudo do médico-legista deve sair em 10 dias úteis.
O delegado plantonista da Delegacia de Homicídios, Rodrigo Sarmento, informou que já abriu o inquérito para investigar o caso e que intimou familiares da vítima e testemunhas a prestar depoimentos.
Muito emocionado, o pai Josival Francisco Ferreira, servente de pedreiro, contou que a briga foi por causa de uma brincadeira. “Ele brincava com dois amigos de chimbra [bola de gude], quando colocou o pé na frente e os outros dois ficaram irritados e começaram a brigar. A menina segurou meu filho e o irmão dela, que deve ter uns 9 ou 10 anos, bateu muito nele com chutes e socos”, conta.
Fonte: www.sitebarra.com.br
Ferreira, que é separado da esposa, disse que vizinhos chegaram a levantar a hipótese de o padrasto ter batido na criança, mas ele não acredita nesta versão. “Ele não faria isso com meu filho”, afirma.
A briga, segundo a mãe da criança, Maria Rosimeire dos Santos, ocorreu na última sexta-feira (21). “Ele estava sentindo uma dor no estômago e levei ele nos posto de saúde no dia seguinte. Contei para médica que ele tinha brigado, mas ela achou que ele estava ruinzinho por causa de uma gripe. Ela medicou meu filho e fomos embora. Na segunda-feira fui de novo ao posto perto de casa, porque a dor dele não passava. Mas não tinha pediatra e o médico de lá disse para eu trazer ele para o HGE e eu trouxe”, diz a mãe com a voz embargada de choro. O menino iria completar sete anos no próximo dia 31 de março.
A titular da Delegacia de Crime contra Criança e Adolescente, Rosimeire Vieira, explica que esse caso será investigado pela Delegacia de Homicídios. “Como houve espancamento e a criança acabou morrendo, cabe à delegacia especializada investigar. Se a criança não entrasse em óbito, nós que agiríamos”, explica.