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domingo, 22 de fevereiro de 2015

Morre David Miranda, fundador da Igreja Pentecostal Deus é Amor

O missionário fundou a igreja em 1962. Hoje, a Deus é Amor tem mais de 11 mil igrejas espalhadas pelo Brasil e mais em 136 países

missionário david mirandaO missionário David Martins Miranda, fundador da Igreja Pentecostal Deus é Amor, morreu aos 79 anos na noite deste sábado (21), de infarto, informou a igreja em nota. David Miranda era casado com Ereni Miranda e pai de quatro filhos, David, Débora, Leia e Daniel.

De acordo com O Globo, o culto fúnebre aconteceu neste domingo, no Templo da Glória de Deus, localizado na Avenida do Estado, nº 4568, em São Paulo. O templo tem capacidade para mais de 60 mil pessoas.

O missionário fundou a igreja em 1962. Hoje, a Deus é Amor tem mais de 11 mil igrejas espalhadas pelo Brasil e mais em 136 países.

No Facebook, Débora Miranda, filha de David e diretora da igreja, lamentou a morte do pai: "Um homem guerreiro..lutador...é recolhido ao paraíso de Deus!! Descansa no Senhor...o Missionario David Miranda!! Meu paizinho ...te amarei pra sempre!!!".

FONTE: www.gazetaonline.com.br

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Fora da TV Xuxa esta frequentando Igreja evangelica

apresentadora Xuxa Meneghel, sempre foi acusada por vários pregadores no meio evangélico, de ter feito um pacto com o demônio.

Essa lenda é tão forte, que até uma boneca conhecida como "Boneca da Xuxa" teria sido acusada de ter matado crianças, na década de noventa.

Os boatos se espalharam durante anos, e muita gente até se arriscou a dizer que Xuxa, não teria mais salvação.

No entanto, o O Fuxico Gospel descobriu, que desde que se afastou da TV, Xuxa tem visitado uma igreja evangélica.

Xuxa estaria visitando a igreja Bola de Neve no Rio de Janeiro.


Ela costuma frequentar a igreja, pelomenos duas vezes por mês, e a mãe dela, dona Alda Meneghel, a tem acompanhado.

           Se você é evangélico ou católico, clique em curtir


Será que Xuxa finalmente está encontrando o caminho da Salvação?

sábado, 21 de dezembro de 2013

Conceitos diversificados de idolatria e suas passagens bilbicas

Idolatria segundo o dicionário Michaelis,
i.do.la.tri.a sf (lat idolatria)
1 Adoração de ídolos. 2 Ato de prestar culto divino a criaturas. 3 Amor cego, paixão exagerada.
Neste caso, vamos ao livro de ÊXODO CAP. 20:3-5, NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MIM, NÃO FARÁS PARA TI IMAGEM ESCULPIDA DE NADA QUE SE ASSEMELHE AO QUE EXISTE LÁ EM CIMA, NOS CÉUS, OU EMBAIXO NA TERRA, OU NAS ÁGUAS QUE ESTÃO DEBAIXO DA TERRA. NÃO TE PROSTARÁS DIANTE DESSES DEUSES E NÃO OS SERVIRÁS….
O texto a seguir foi elaborado por Leandro Quadros – Instrutor Biblico e Conselheiro espiritual da Escola Biblica da Novo Tempo.

“… Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto.” Mateus 4:10.
A veneração também é idolatria, pois outra pessoa está ocupando um lugar que pertence única e exclusivamente a Deus.
Prova disto encontramos no fato de o apóstolo Pedro, considerado pela igreja Católica como sendo o “primeiro papa”, não ter aceitado que Cornélio ficasse de joelhos perante ele: “Aconteceu que, indo Pedro a entrar, lhe saiu Cornélio ao encontro e, prostrando-se-lhe aos pés, o adorou. Mas Pedro o levantou, dizendo: Ergue-te, que eu também sou homem.” Atos 10:25-26. Nem mesmo um anjo permitiu que o apóstolo João ficasse de joelhos em sua presença: “Eu, João, sou quem ouviu e viu estas coisas. E, quando as ouvi e vi, prostrei-me ante os pés do anjo que me mostrou essas coisas, para adorá-lo. Então, ele me disse: Vê, não faças isso; eu sou conservo teu, dos teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus.” Apocalipse 22:8-9.
Se de acordo com o apóstolo Pedro e aquele anjo que apareceu a João não se deve ajoelhar-se perante qualquer criatura, imagine fazê-lo perante uma imagem!
Alguns escritorores não aceitam a definição de que venerar é também adorar, mas terão de pelo menos acatar com a idéia de que venerar significa reverenciar. Sendo que no Novo Testamento as palavras “adorou” e “adorá-lo” (em Atos 10:26 e também em Apocalipse 22:8 e 9) provêm da palavra grega proskunew (proskuneo) que significa “ajoelhar-se ou prostrar-se, prestar homenagem ou reverência a alguém, seja para expressar respeito ou para suplicar” (Léxico Grego de Strong), a tese católica de que se pode “reverenciar” um santo cai por terra. Daqui não há como fugir: ou aceitamos o que a Bíblia diz de acordo com o original ou rejeitamos a doutrina católica. Prefiro ficar com a Palavra de Deus, pois Jesus disse que “… em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens.” Mateus 15:9.
Textos distorcidos
Vejamos o verdadeiro significado de alguns dos textos mal utilizados:
Mateus 10:40: “Quem vos recebe a mim me recebe; e quem me recebe aquele que me enviou.”
Usar este texto a fim de dizer que Cristo estava apoiando o culto prestado aos santos é fazer uso de um processo desonesto conhecido como “eisegese” (o contrário de exegese), caracterizado por colocar-se idéias alheias em um texto.
Jesus está falando aos discípulos, pessoas reais e não imagens, pregadores do evangelho, que qualquer pessoa que os recebesse bem estaria recepcionando-o também. Os versos 41 e 42 não deixam dúvidas quanto isto. A idéia de que outros seriam beneficiados se “recebessem imagens” dos santos nem passa pela cabeça do Salvador.
Êxodo 25:18-20 e Números 21: 8 e 9: “Farás dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório; um querubim, na extremidade de uma parte, e o outro, na extremidade da outra parte; de uma só peça com o propiciatório fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as asas por cima, cobrindo com elas o propiciatório; estarão eles de faces voltadas uma para a outra, olhando para o propiciatório”. “Disse o SENHOR a Moisés: Faze uma serpente abrasadora, põe-na sobre uma haste, e será que todo mordido que a mirar viverá. Fez Moisés uma serpente de bronze e a pôs sobre uma haste; sendo alguém mordido por alguma serpente, se olhava para a de bronze, sarava.”
Estes versos (entre outros) não estão nos incentivando a transgredir o segundo mandamento da lei de Deus, que é imutável (Mateus 5:17, 18; Isaías 40:8; Romanos 3:31; Hebreus 13:8 diz que Jesus não muda.). Deus orientou que fossem feitas imagens de anjos para ensinar ao povo verdades a respeito de Seu plano de salvação através do ritual do santuário. Estas imagens, contendo os anjos com o rosto voltado para a arca, simbolizavam a “reverência dos anjos para com Deus e Sua lei”; já sua presença (das imagens) no santuário representava a “ação e interesse dos anjos no plano de salvação” (ver Hebreus 1:14). Não esquecer que em Hebreus 1:8-14 Deus manda-nos adorar a Jesus, e não aos anjos. Eles são criaturas e não devem ser cultuados. Só Deus (Mateus 4:10). Portanto, estas imagens não eram para ser adoradas, mas para ensinar ao povo verdades espirituais. Apesar de Deus não ser contra a arte, onde na Bíblia é orientado que devemos adorar ou reverenciar estas esculturas?
A serpente de bronze também não foi feita para ser adorada ou reverenciada. A própria Escritura explica o significado daquele acontecimento: “E do modo porque Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o filho do homem seja levantado, para que todo o que nele crê tenha a vida eterna”. João 3:14 e 15.
Percebemos que não foi intuito de Deus que os israelitas adorassem a imagem, mas sim que olhassem para ela para serem curados do veneno das serpentes que os atacaram. (Nisto está implícito o exercer fé no que Deus diz). Olhar era uma evidência de fé no Deus que havia ordenado ela ser erguida no deserto para a cura do seu povo. Por que? Pelo motivo de que “olhar” para a serpente de bronze simbolizava “olhar para Cristo”. Da mesma forma que povo de Israel foi salvo por ter olhado para a serpente de bronze levantada no deserto, nós seremos salvos se olharmos para Jesus Cristo erguido na cruz do Calvário.
A Bíblia proíbe que adoremos (ou veneremos) qualquer tipo de imagem “humana” ou “divina”: “Guardai, pois, cuidadosamente, a vossa alma, pois aparência nenhuma vistes no dia em que o SENHOR, vosso Deus, vos falou em Horebe, no meio do fogo; para que não vos corrompais e vos façais alguma imagem esculpida na forma de ídolo, semelhança de homem ou de mulher, semelhança de algum animal que há na terra, semelhança de algum volátil que voa pelos céus, semelhança de algum animal que rasteja sobre a terra, semelhança de algum peixe que há nas águas debaixo da terra.” Deuteronômio 4:15-18.
Mais claro impossível: não devemos fazer imagens para adorar ou venerar que tenham semelhança de homens, animais ou de Deus. Para que? De acordo com o verso 16, para que não nos corrompamos.
Diz o Senhor: “Eu sou o Senhor, este é o meu nome; a minha glória, pois, não a darei a outrem, nem a minha honra, ás imagens de escultura” Isaías 42:8. Ele não admite ser comparado a uma imagem de escultura, pois Sua glória é infinita. É uma blasfêmia comparar a Deus com uma estátua, que não fala nem vê: “Com quem comparareis a Deus? Ou que coisa semelhante confrontareis com Ele?” Isaías 40:18.
Continua: “Envergonhar-se-ão e serão confundidos todos eles; cairão, á uma, em ignomínia, os que fabricam ídolos”. Isaías 45:16. Por que serão envergonhados? Paulo responde: “… porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança de imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis. Por isso, Deus entregou tais homens á imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si; pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito para todo sempre. Amém”. Que objetividade! Paulo condena a idolatria e os homens que “mudam a glória incorruptível de Deus pela glória corruptível dos homens”!
Certamente este ensino de Paulo não se aplica apenas aos Romanos, pois ainda hoje muitos estão “adorando e servindo a criatura em lugar do Criador”.
Na Volta de Jesus os ídolos serão destruídos (Isaías 2:18) e os idólatras meterão seus ídolos nas fendas das montanhas pelo pavor da glória do Senhor (Isaías 2:17-21) porque irão reconhecer que foi vã a adoração deles (Leia Isaías 44:18-20; Salmo 115; 135:15-18; Jeremias 10:6-16). Aconselho aos amigos que não menosprezem a advertência de Apocalipse 22:15, pois Deus os ama muito: “Fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira.” Apocalipse 22:15.
Esperamos que Deus continue sendo o centro de sua vida e sua adoração.
Fonte: www.biblia.com.br

PODE UM HOMEM DIVORCIADO SER PASTOR?



Não! 10 motivos o impedem!

1. Ele não é exemplo dos fiéis.

Em 1 Tm 4:12, Paulo exorta ao pastor Timóteo para que seja "...o exemplo dos fiéis..." O homem que está no segundo, e em até alguns casos, terceiro ou mais casamentos, não pode ser exemplo dos fiéis, por não ser esta a vontade de Deus para o seu povo: Ele odeia o divórcio (Mal 2:16). Os jovens de tal igreja estariam automaticamente, levantando a possibilidade de o seus futuros casamentos, se não derem certo "como o do pastor", o divórcio seria uma opção e ainda Deus os estaria ainda abençoando após algumas "tribulações..." Desastroso exemplo seria também para os que entrarão ou já estão no ministério pastoral. O cristianismo verdadeiro não segue o lema de "faça o que eu digo mas não faça o que eu faço". Paulo disse "sede meus imitadores como eu sou de Cristo"( 1Cor 3:15). O ministério pastoral não é para qualquer um, mas para os que tem condições morais de dar exemplo ( Heb. 13:7).

2. Ele não é irrepreensível.

Em 1 Tm 3:2 temos as qualificações para o pastor: " Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível..." A palavra traduzida por irrepreensível usada no texto acima é no grego "anepleptos". Ela aparece 3 vezes no Novo Testamento, a saber: 1 Tim 3:2, 5:7 e 6:14. O significado é sempre o de alguém de quem não se pode falar nada contra, sem mancha, sem culpa inacusável. Independente ser ou não o causador do divórcio ( se é que existe tal condição ), o homem que passou por esta experiência não se encaixa nas exigências bíblicas e será usado pelo Diabo para escandalizar e envergonhar o evangelho. Existe "pastor" que se casou em rebeldia contra os conselhos dos pais, de amigos e até de seus pastores atraindo as maldições do Senhor. Tal flagrante violação da vontade de Deus, tornou tal crente o único responsável pela falência do seu próprio casamento, desqualificando-o de uma vez por todas, para o exercício do pastorado.

3. Ele não é marido de uma mulher.

"Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher... " (1Tim 3:2). A expressão "marido de uma mulher" significa muito mais do que o leitor superficial possa imaginar. O ensino é que a mulher com quem o bispo é casado, é a sua primeira e única! Não tem nada a ver com a condenação de relacionamentos simultâneos, o que seria adultério. A condenação da poligamia seria um absurdo tão redundante e flagrante que Paulo não precisaria se referir para uma pessoa especial como o bispo. O que está em jogo é a conduta ilibada e irrepreensível do pastor no seu relacionamento singular com a sua primeira esposa. Veja o verso afim em 1 Tim 5:9. "...e só a que tenha sido mulher de um só marido." É óbvio que a viúva a que Paulo se refere, só poderia receber auxílio da igreja se tivesse vivido com um só homem. Por estar ele morto não haveria outro. Esta é a mesma construção gramatical que se refere a situação do pastor, apenas invertendo-se os substantivos. A ênfase em 1 Tim 3:1 sobre a vida conjugal do pastor é tão flagrante, que a mesma palavra que é usada para expressar a unicidade da mulher da sua vida, é usada também em todas as vezes no Novo Testamento para expressar que marido e mulher se tornam uma só carne. O homem que se divorcia e se casa com outra mulher não reverte o se tornar uma só carne com a primeira, portanto ele não é mais marido de uma só mulher nem na singularidade nem na ordem numeral. Se voltasse para a primeira mulher cessaria o adultério, mas a desqualificação está selada para sempre.

4. Ele não tem autoridade para exortar nem aconselhar.

Certo pastor, que estava no segundo casamento, teve a audácia de, ao pregar numa determinada igreja, mencionar a sua indignação ao se deparar com colegas que estavam no segundo casamento...Tal falta de honestidade e coerência nos faz lembrar a advertência do Mestre que disse "Ou como dirás ao teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho; estando uma trave no teu" ( Mat 7:5 ). O divorciado não pode pregar numa igreja como pastor, muito menos aconselhar os casais crentes sobre família, porque a sua não é mais exemplo. Se tentar aconselhar estará sendo hipócrita, se não aconselhar estará sendo omisso com o ministério mutilado. Não tem jeito, o cristianismo não funciona segundo palavras vazias, mas com exemplo de vida. Mesmo que o homem não tenha se casado novamente, a situação de separação da primeira esposa já o desqualifica para o pastorado.

5. Ele contradiz a própria palavra que prega por exercer, em rebeldia, uma posição para a qual Deus não o permitiu nem o chamou.

Quando o pastor sobe ao púlpito para pregar, ele não pode expressar as suas opiniões. Ele tem que entregar uma mensagem que não é a sua. Ele tem que pregar a Palavra de Deus em obediência a Cristo. Se o pregador está em rebeldia no seu viver, ele está desqualificado para pregar. Suas palavras são vazias e sem unção. Não importa o que a igreja pense, o tamanho da congregação, ou quantas conversões acontecem: o seu líder nessas condições está sem a bênção do Senhor, não importando os "sinais externos": os resultados não autenticam a fonte (1Cor 3:13-15).

6. Ele seria um desastre espiritual a médio e longo prazo para a igreja imatura que o aceitar.

Não se pode colocar o pecado em compartimentos. Quando ele entra na igreja sob a forma de omissão e rebeldia contra a palavra de Deus, qual fermento se espalha para vários outros setores. Com o pecado não se brinca. A tendência do homem é o pecado, principalmente na área de família e sexo. Na igreja isto também se verifica. Se a liderança não tem os padrões de Deus, a degeneração dos crentes é certa. Os líderes cristãos não podem ser egoístas, buscando seus interesses a curto prazo nem status de liderança para encobrir pecados pessoais. Se os padrões são decadentes, pode esperar que os crentes que se desenvolveram dentro do ambiente de tolerância com o pecado serão cada vez mais decadentes, frios e finalmente apóstatas. Veja as advertências do Senhor às 7 igrejas do Apocalipse. A igreja local muito menos ordem de pastores não têm autoridade para aceitar um pastor divorciado. Eles estariam em rebeldia contra a palavra de Deus, independente do número de votos que homologou a aceitação. Os crentes sérios que porventura pertençam a tal igreja deveriam imediatamente se retirar dela, recusando submeter-se a um líder desqualificado e não aprovado por Deus. O voto da maioria nesse caso não opera a vontade de Deus (Ex.23:2).

7. Ele desonra o gesto nobre de ex-pastores que abandonaram o ministério por fracassarem no casamento.

Há diversos casos de pastores que, apesar de terem o chamado de Deus para o ministério, tiveram a dignidade e a nobreza de abandoná-lo após se desqualificarem devido ao divórcio, separação ou conduta. Quando alguém insiste em permanecer no ministério nessas condições está desonrando a Deus e a esses homens dignos que entenderam que não era mais a vontade de Deus a sua liderança sobre o Seu povo. Quando alguém assim permanece no ministério, na verdade está se julgando muito importante e indispensável para o trabalho de Deus (Luc. 17:10).

8. Ele destruiu o modelo de compromisso eterno e indissolúvel entre Cristo e a igreja.

O relacionamento eterno entre Cristo e os salvos, é comparado com o do marido e esposa cujo compromisso não é para ser quebrado (Ef. 5:22-33).

9. Ele não pode celebrar nenhum casamento.

Até que a morte os separe (Rom. 7:2-4, 1Cor 7:39) ? Como pode um pastor proferir os votos conjugais para um casal de noivos , se ele mesmo não cumpriu na sua vida?

10. Ele está contribuindo para a degeneração dos padrões familiares das gerações seguintes.

Se pastores, tendo suas famílias dentro dos padrões bíblicos, já sofrem com a desintegração de várias famílias da membrezia, imagine se do púlpito vem o péssimo exemplo do fracasso conjugal. Nesse caso os fundamentos da família estão abalados para as gerações seguintes (Sal. 11:3).

Conclusão

O divórcio é uma ameaça para a família cristã. As sua conseqüências são devastadoras para a família. Por esse motivo "...o Senhor Deus de Israel diz que aborrece o repúdio..." (Mal 2:16). O homem que foi chamado para anunciar a palavra de Deus como pastor não pode ser divorciado, muito menos casado pela segunda vez. Se alguém está nessa triste situação deve ter a humildade suficiente de abandonar o ministério urgentemente para não causar mais prejuízos ao testemunho do evangelho e procurar exercer os seus dons fora da liderança da igreja, pois o seu chamado acabou tão logo tenha ocorrido a desqualificação. Para os crentes que desfrutam a bênção de ter o seu casamento dentro da vontade de Deus, fica o alerta para, humildemente, reconhecer a graça do Senhor (1Cor. 10:12) e buscar em fervente oração, forças e discernimento para combater as armadilhas do maligno para a destruição da família.

Fonte: The Baptist Link

Erwin Lutzer em seu livro: "De pastor para pastor" (Ed. Vida), comenta que "a sexualidade é parte tão íntima de nossa vida, que não podemos falhar sem sentir culpa e vergonha. No adultério, há também os lembretes constantes das consequências do pecado na vida de outras pessoas. Além do mais, o matrimônio é o espelho do relacionamento de Cristo com a igreja. Quando um pastor quebra a aliança do casamento, devemos crer que perdeu seu direito ao púlpito.

O pecado sexual geralmente se faz acompanhar de outros. Ao cometer adultério, uma pessoa quebra pelo menos outros cinco mandamentos. Coloca o desejo pessoal acima de Deus, rouba, cobiça, dá falso testemunho e quebra o mandamento explícito: "Não adulterarás".

Em razão da vergonha decorrente do pecado sexual, há a forte tendência de cometer pecados para encobri-lo. Se alguém tivesse dito ao rei Davi que embebederia um homem e depois o mataria, ele não acreditaria. O pecado sexual, porém, o tornou mentiroso, ladrão e assassino."

Um pastor que cai em adultério pode e deve ser restaurado no Corpo de Cristo, mas não no ministério.

Qualificações dos Presbíteros: Governa bem a própria casa

e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito 1 Tm 3:4

Introdução

Muitos acham que essa qualificação deveria vir junto com "criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito". Resolvi tratar separadamente por dois motivos. Primeiro, esta referência a governar a própria casa só aparece aqui em Timóteo e não está presente em Tito. Em segundo lugar, como disse MacArthur o "governar" envolve "tudo que está ligado ao seu lar, não apenas sua esposa e filhos".

Grego

• Em 1 Timóteo ιδιου οικου καλωζ προισταμενον - idiou oikou kalos proistamenon



Strongs - idios - que me pertence, próprio, peculiar a si mesmo; proistemi - estar sobre, superintender, presidir sobre, ser um protetor ou guardião, cuidar, dar atenção a; oikos - casa, família, lar

Rienecker e Rogers - idios - próprio; proistamenon - dominar, governar, administrar

Outras versões

Outras traduções do mesmo termo em português:
Almeida Revista e Atualizada (ARA)governe bem a própria casa
Nova Versão Internacional(NVI)deve governar bem sua própria família
Almeida Revista e Corrigida(ARC)governe bem a sua própria casa
Nova Tradução na Linguagem de Hoje(NTLH)Deve ser um bom chefe da sua própria família
Tradução Brasileira(TB)que saiba governar bem a sua casa

Comentários

• Broadman – (-)
• D. A. Carson Então, nos versículos quatro e cinco, lemos que o presbítero / pastor / bispo tem que ser alguém "que governe bem a própria casa." O versículo cinco nos chama a atenção para a parábola dos talentos conforme contada em Mateus 25:14-30 - se você não é capaz de fazer algo na arena menor, como pode esperar fazê-lo na arena maior? Esse princípio confere uma dignidade impressionante à família cristã. Nem todos os homens são elegíveis para serem presbíteros na igreja, mas a maioria é elegível para ser presbítero na sua casa. Dentro dessa esfera as responsabilidades deles são semelhantes. Eu gostaria de ver presbíteros na igreja conduzindo a adoração familiar, ensinando às crianças os caminhos de Deus, refletindo padrões de modelo e disciplina, já que é isso que demonstra a qualificação deles para papéis semelhantes na igreja. Falando espiritualmente, a pior família cristã é aquela com altas pretensões espirituais e baixa performance; e a melhor é aquela com baixas pretensões e alto desempenho.
• Jamieson, Fausset e Brown filhos e servos, como contrastado com "a igreja"(casa) de Deus (1 Ti 3:5,15), a qual ele pode ser chamado a presidir.
• João Calvino – Conseqüentemente é evidente, que Paulo não exige que um bispo seja alheio à vida humana, mas que ele seja um bom e louvável senhor de sua casa; porque, seja qual for a admiração comumente atribuída ao celibato e a uma vida filosófica completamente removido dos costumes comuns, ainda assim homens sábios e reflexivos estão convencidos por experiência que aqueles que não são ignorantes da vida comum, mas experientes nos deveres dos relacionamentos humanos, são melhor treinados e adaptados para governar a Igreja. E, portanto, nós deveríamos observar a razão que é acrescentada (1 Timóteo 3:5) que se ele que não sabe como reger a família dele, não estará qualificado para governar a Igreja. Ora, este é o caso com muitas pessoas, e realmente com quase todos que tem sido trazidos para fora de uma vida inativa e solitária, como para fora de grutas e cavernas; porque eles são um tipo de selvagens e destituídos de humanidade.
• John Gill A família dele: esposa, filhos e servos; e não deve ser entendido como o corpo dele, como dizendo que deve mantê-lo sob controle, e preservá-lo puro e temperante, por causa do que é dito a seguir.
• John MacArthur A vida no lar do presbítero, assim como a sua vida pessoal, deve ser exemplar. Ele precisa ser alguém que "governa" (preside, tem autoridade sobre) "sua própria casa" (tudo que está ligado ao seu lar, não apenas sua esposa e filhos) "bem" (intrinsicamente bem; com excelência). Questões ligadas a divórcio devem ser relacionadas com este assunto. Um homem divorciado não dá evidência de um lar bem administrado; pelo contrário, o divórcio demonstra fraqueza na sua liderança espiritual. Se houve um divórcio permitido biblicamente, deve ser tão distante no passado de forma que tenha sido superado por um longo padrão de sólida liderança familiar e a criação de filhos piedosos (v.4; Tt 1:6).
• Matthew Henry que ele possa definir um bom exemplo para outros líderes de famílias fazerem assim também, e que ele possa dar uma prova da habilidade dele em cuidar da igreja de Deus. Pois, se um homem não sabe governar sua própria casa, como cuidará da igreja de Deus. Vejam, as famílias dos ministros deveriam ser exemplos de bondade para todas as outras famílias.
• New American Commentary –O verbo para "administrar" carrega a idéia de governar, conduzir e dar direção à família. A mesma palavra grega aparece em 1 Ts 5:12 ("vos presidem no Senhor") e 1 Tim 5:17 ("presidem") e também no v. 5 ("governar"). O termo exige um exercício efetivo de autoridade sustentado por um caráter de integridade e compaixão sensível. Seu uso no v. 5 com o verbo "cuidar" define a qualidade da liderança como mais relacionada a demonstrar misericórdia do que oferecer ultimatos.
• William MacDonald (-)

Conclusão

Fica claro que a condução da família é um teste em algo menor que confirma ou não a habilidade para assumir algo maior. A família do presbítero deve ser uma família exemplar, como nos lembra MacArthur. Calvino enfatiza o quanto é interessante que o homem seja casado e tenha filhos para criar para que possa aprender a lidar com seres humanos. Se ele o faz bem na família, tem grande chance de fazê-lo na igreja. Como disse D.A. Carson "Eu gostaria de ver presbíteros na igreja conduzindo a adoração familiar, ensinando às crianças os caminhos de Deus, refletindo padrões de modelo e disciplina, já que é isso que demonstra a qualificação deles para papéis semelhantes na igreja". Quantos estão vivendo isso realmente? Somente estes são aptos a serem presbíteros.

Como MacArthur frisou, homens divorciados ficam em uma situação difícil aqui. E os solteiros também, porque não tem como fazer esse teste. O homem casado que se desincumbe bem da função de líder da sua família é um bom candidato a ser um presbítero.

domingo, 24 de novembro de 2013

Bairro São Marcos e Impactado por Mega Evento

Acontece em Colatina o aniversario dos conjuntos de Jovens, Crianças e Irmãs de circulo de oração da congregação do Bairro São Marcos, da cidade citada acima, a Igreja Assembleia de Deus Ministerio Em Colatina comemora nos dias 22,23 e 24 mais uma festividade dos Conjuntos "ADORAÇÃO, GETSÊMANI e FILHOS DO REI", Esta sendo uma benção.
 Irmãos Sexta-feira foi um culto maravilhoso onde Louvou nos dias 22 e 23 a Cantora Ivania da Cidade de Martins Soares-MG, ela que e cantora da Dupla Wellinson e Ivania, o Preletor foi também cantor e ministro da palavra Pastor Zil Matos Linhares-ES,  no Sabado a dupla Wellinson e Ivania louvaram alem da Dupla Leandro e Alex, Ivania foi a preletora da noite, e hoje não vai ser diferente se prepara que ainda da tempo a Cantora Rutiene, Haron e Samela estarão louvando e que ministrara a palavra sera Tia Day e sua turma apartir das 13:30 hrs e mais a noite as 19:00hrs sera o encerramento e agradecimento dos conjuntos onde todos vão estar juntos agradecendo ao SENHOR JESUS CRISTO


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Urgente! Sera que Colatina esta preparada para este acontecimento?


Vai ser um grande Impacto da Gloria de DEUS no Bairro São Marcos
Acontecera nos dias 22,23 e 24 de Novembro de 2013 um grande impacto no Bairro São Marcos em Colatina, a comunidade esta toda em espera por esses dias que vai ser uma benção.
    Sera o11º Aniversario do conjunto "Adoração" e "Filhos do Rei" e 16º Aniversario do Conjunto "Getsêmani" onde o publico esperado e de aproximadamente 500 pessoas e 3 caravanas, a diferença deste ano e que os conjuntos se uniram e estarão fazendo a festividades junto com 3 preletores e 6 Cantores também estará participando os cantores locais e obreiros do campo, eu já estou preparado para ir a festividade e você?
Veja a Programação:
Sexta-Feira: Pastor Zil Matos (Preletor e cantor)
                              Wellinson e Ivania (Cantores)

Sabado: Wellinson e Ivania (Cantore)
              Ivania (Preletora)


Domingo: Sâmella (Cantores)
                Haron
               Rutiene
               Tia Day e Sua Turminha (Preletora)

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Como sei que fui chamado por Deus?

Como saber se fui Chamado por Deus?

É incrível como as coisas no mundo e ao nosso redor vão se corrompendo cada vez mais, parece que foi ontem quando nas igrejinhas o poder de Deus descia sobre todos, e os irmãos se alegravam na presença de Deus, mesmo com dívidas e muitos outros problemas os irmãos se alegravam.
Mas agora já não vemos isso, tudo que se prega na igreja fala do que fazer para se livrar das dívidas e dos problemas para ser feliz, a família volta pra casa concordando que para ser feliz precisam mudar muitas coisas e tomar novas atitudes e iniciativas, porém é difícil ver uma família voltar pra casa dizendo:
 ’Que culto maravilhoso’, ‘sentimos a presença de Deus’, ‘tal irmão foi renovado’, ‘Deus libertou tal pessoa’, ‘minha filha foi batizada’, ‘tantas almas se salvarão’!
Por isso Deus esta convocando muitas jovens para cantar um novo hino, um hino de despertamento e também convoca muitos jovens para resgatar a essência da palavra.
Porém como vou saber se fui chamado por Deus, como eu sei que Deus me quer na sua presença para fazer a sua vontade?
“Antes que eu te formasse no ventre te conheci, e antes que saísses da madre te santifiquei; às nações te dei por profeta.Então disse eu: Ah, Senhor Deus! Eis que não sei falar; porque sou um menino.Mas o Senhor me respondeu: Não digas: Eu sou um menino; porque a todos a quem eu te enviar, irás; e tudo quanto te mandar dirás.” (Jeremias C.1 Ver 5,6 e 7).
  • Por acaso você ja ficou muito tempo sem ir a igreja e sentiu falta?
  • Ficou triste porque no culto de ontem muitos tiveram oportunidade de cantar e você não?
  • Admira um grande pregador ou uma grande cantora e gostaria de ser como Eles?
  • Quando você esta desanimado e pensando em parar Deus sempre usa um profeta pra falar com você?
  • Quando se sente triste e sozinho a primeira coisa que você pensa em fazer é ler a bíblia e orar a Deus?
  • As pessoas em geral no trabalho, na escola e até na igreja sentem um pouco de inveja por você ser diferente e te isolam?
 ”Quando o viram, ficaram maravilhados, e disse-lhe sua mãe: Filho, por que procedeste assim para conosco? Eis que teu pai e eu ansiosos te procurávamos.Respondeu-lhes ele: Por que me procuráveis? Não sabíeis que eu devia estar na casa de meu Pai?”(Lucas C.2 Ver 48 e 49.)
Se a resposta dessas perguntas foi sim, então é quase certo que você foi escolhido por Deus! Eu disse quase certo porque falta ainda uma ultima pergunta decisiva:
  • La no mais profundo da sua alma você tem certeza que não vai adiantar se afastar dos caminhos do Senhor porque sabe que Ele(Deus) vai te procurar aonde você for?
“ Para onde me irei do teu Espírito, ou para onde fugirei da tua presença?”(Salmos 139:7)
Você foi chamado por Deus e o Espírito do Senhor vai descer sobre a sua vida! Porém se você se deixar levar pela tristeza que sobe ao teu coração quando algo muito ruim acontece, fica difícil Deus trabalhar por que você esta pedindo oração á todos e se esquece que Deus te ouve também, o inimigo tem uma estratégia!
Já que ele não pode te destruir porque sobre você esta a mão de Deus e nem te ferir porque anjos acampam ao seu redor, ele vai fazer de tudo para distrair você com outras coisas e atrasar a sua chamada e o seu ministério. Acredite!
O inimigo faz de tudo para distrair você, ele meche com pessoas ao seu redor para te entristecer e quando você esta triste ele fala ao seu ouvido coisas para te fazer parar.
Você já percebeu que sempre quando alguém te magoa é que você pensa em mudar de igreja, ou sempre que sua família não esta bem é que vem aqueles pensamentos de entregar seu cargo de regente, líder, tesoureiro, secretária ou de músico? Acredite!
O inimigo quer te distrair para te fazer perder tempo e quanto mais tempo você perde mais almas morrem dentro da própria igreja. Entenda que o Espírito de Deus age através do seu louvor ou da sua pregação; e é quando Deus te usa que vidas são fortalecidas na presença do Senhor.
Não perca tempo agora que você sabe que foi chamado por Deus não deixe nada te abater ou te desanimar, hoje mesmo na igreja Deus vai te usar, creia em sua palavra que diz:
“eis que derramarei sobre vós o meu espírito; e vos farei saber as minhas palavras.”(Provérbios C.1 v.23)
Você é mais um que foi chamado por Deus e Eu também, por isso te convido! Vem comigo e abalemos o inferno, está na hora de acordar e mostrar ao nosso inimigo que ainda tem profeta nessa terra.
Não deixe o inimigo te abater porque o sangue de Jesus esta derramado sobre sua vida e você esta redimido, agora levante-se e receba força de Deus porque venceremos mais esta pelo sangue do cordeiro.
“tomei-te desde os confins da terra, e te chamei desde os seus cantos, e te disse: Tu és o meu servo, a ti te escolhi e não te rejeitei;
não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.”(Isaías C.41 v. 9 e 10).

A Alegria do Senhor é a nossa Força e o sangue do cordeiro é a nossa garantia de vitória. Amém.

sábado, 16 de novembro de 2013

30 Erros que o ministro de louvor não pode cometer:

1. Não se preparar musicalmente e espiritualmente para a ministração

  • Devemos nos apresentar como obreiros aprovados (II Tm 2:15).

A) Aspecto espiritual

  • É necessário oração e leitura bíblica diariamente. A base de todo ministério é a oração e meditação. O que se pode esperar de alguém que não medita e não ora? A.W.Tozer disse: “Nunca ouça um homem que não ouve a Deus”.
  • Um ministro que não ora e não medita, deixa de ser um homem de Deus para ser um profissional do púlpito.
  • Se desejamos ter um ministério mais ungido precisamos entender que o endereço da unção está no altar.

B) Aspecto musical

  • É preciso realizar ensaios para que haja entrosamento.
  • Tenha uma lista definida dos cânticos; quando forem novos, providencie cifras.
  • É necessária concentração total durante os ensaios, evitando distrações, brincadeiras e conversas paralelas.
  • Estar atento às orientações, arranjos, rítmica, andamento, métricas, etc.
  • Estude música. Muitas vezes a congregação “suporta” em amor a falta de técnica e afinação mínima dos que tocam e cantam.

2. Nunca preparar a ministração

  • Devemos ter habilidade para improvisar, porém, isso não deve ser a regra.
  • Quando o ministro não faz a “lição de casa” acaba ficando fácil perceber, não há seqüência coerente nos cânticos, há erros nos acordes e na seqüência da música cantada, não há expressão, há insegurança, etc.
  • Os que ministram de improviso, demonstram não levar a sério o lugar que ocupam na obra de Deus (Jr 48:10). O Espírito Santo não tem compromisso com ociosos, preguiçosos e displicentes.
  • Já avaliamos o preço que muitos pagam para estar no culto para participarem da adoração a Deus? Façamos o melhor para o Senhor!

3. Atrasar nos compromissos sem dar satisfação

  • O músico maduro tem conhecimento das suas responsabilidades e procura cumpri-las à risca. Portanto, seja responsável e chegue aos horários marcados! Se houver problemas ou dificuldades, comunique-se com sua liderança.
  • Quando não damos satisfação sobre nosso atraso estamos agindo com irresponsabilidade, e em outras palavras, estamos dizendo “isso não é importante pra mim!”.

4. Não aceitar as críticas

  • Quem não aceita críticas, acaba caindo na mediocridade e se torna um ministro sempre nivelado por baixo. As críticas servem para não deixar que caiamos no conformismo e paremos de crescer.
  • Devemos receber as críticas com um espírito humilde e disposto a aprender. Quem não é ensinável e não gosta de ser contrariado, não pode atuar em nenhum ministério na igreja.

5. Começar a ministração sem introdução e falar sobre verdades sem nenhuma demonstração de amor

  • Não seja “juiz” das pessoas.
  • Mostre a graça de Deus e o amor.
  • Não seja grosseiro e indelicado.
  • Seja amável e educado. A introdução pode determinar o sucesso de toda a ministração. Esse primeiro contato é “chave” para uma ministração abençoada e abençoadora.
  • Uma boa introdução cativa a atenção das pessoas, desarma as mentes e prepara o caminho para compreensão e recepção da ministração.
  • Uma boa ministração precisa ter um começo, meio e fim.
  • Não seja muito prolixo e cansativo na introdução. Deve ser o suficiente para abrir a porta das mentes a fim de que as pessoas recebam aquilo que Deus tem reservado para cada uma delas.

6. Utilizar o púlpito para desabafar

  • Uma mente cansada não produz com qualidade e o estresse pode levar a pessoa a falar o certo, mas no lugar errado. Púlpito não é lugar para desabafos, é lugar para profecia!
  • Tratemos a igreja do Senhor de forma respeitosa (I Pe 5:2-4).

7. Gritaria

  • Não confunda “gritaria” com unção, autoridade e poder. Muitos por não terem o equilíbrio e sensibilidade, tornam-se ministros irritantes, exagerados e em alguns casos, quase insuportáveis.

8. Quem fala deve respeitar a sensibilidade e boa vontade dos que ouvem (I Co 14:40).

  • Não é gritando que se alcança o coração das pessoas, mas sim, com unção, habilidade na comunicação e criatividade.
  • Há ministros que cantam e falam tão alto e agressivamente, que deixam a impressão de que estão irados com o público. Quem sabe usar de forma inteligente sua voz e os equipamentos de som disponíveis, com certeza alcançará grandes resultados.

9. Tocar, cantar ou dançar com outros ministros sem ser convidado

  • Se algum ministro de outra congregação for convidado para ministrar em sua igreja, não suba no púlpito para ministrar sem ter sido chamado e convidado. Isto é falta de educação. Não seja mal educado!
  • Muitos, por falta de educação e sensibilidade acabam atrapalhando a ministração daqueles ministros que foram convidados no culto.

10. Usar muitas ilustrações e dinâmicas durante a ministração

  • Muitos querem “pregar” durante o louvor. O exagero de histórias, testemunhos, dinâmicas e ilustrações durante os cânticos, comprometem a essência e o propósito da ministração. Ministre cantando! Flua!
  • Cuidado com manipulações! Não devemos tratar o público como “macacos de auditório”. Não peça para o público repetir frases feitas o tempo todo, gestos o tempo todo, além de se tornar algo cansativo, o ministro pode cair no ridículo diante do público.
  • Evite deixar “branco” entre um cântico e outro; para isso é indispensável desenvolver um bom entrosamento com os músicos, combinar sinais, etc.

11. Contar histórias ou piadas fora de hora

  • Algumas histórias ou piadas, nunca deveriam ser contadas no púlpito da igreja. Não vulgarize o púlpito. Muitos querendo ser descontraídos acabam se tornando desagradáveis, fazendo colocações em momentos inapropriados, e por vezes dizem coisas com duplo sentido.
  • Púlpito é lugar de profecia e não palco para piadas. Fomos chamados para ser profetas e não humoristas.

12. Ministrar o tempo todo com os olhos fechados ou olhar só para uma direção

  • É importante olhar para as pessoas. Os olhos têm um poder impressionante de captar e transmitir mensagens não verbais.
  • É importante transmitir amor, alegria e paz através do nosso olhar. Através de um olhar podemos abençoar as pessoas. Os que fecham os olhos ao ministrar, nunca vão saber avaliar seus ouvintes, lendo suas expressões faciais.
  • Para alcançar a atenção de todos, é necessário olhar em todas as direções. Olhar só para uma direção pode transparecer que as pessoas não são importantes, ou que não precisam participar daquele momento de ministração.
  • Estamos diante de Deus, mas também estamos diante do público. Estamos ministrando a Deus, mas também sendo instrumentos para abençoar a congregação.

13. Exagerar nos improvisos

  • A disciplina e a maturidade musical é algo que todo músico deve buscar. Precisamos entender que pausa também é música.
  • Acompanhar um cântico antes de tudo, é uma prática de humildade e sensibilidade. Nas igrejas, geralmente, os instrumentistas e cantores querem mostrar sua técnica na hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista conduzir. Economize informações musicais!
  • Instrumental: Procure tocar o que o arranjo está pedindo, sem se exceder. Todo músico deve aprender a se “mixar” no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos, afinal, é um conjunto musical.
  • Vocal: Procure cantar a melodia, fazendo abertura de vozes e improvisando apenas em momentos específicos, criando assim, expectativa. Muitas vezes a congregação não consegue aprender a melodia da música por causa do excesso de improvisos dos dirigentes e cantores.
  • Avalie o que está tocando e entenda que o trabalho é em equipe, e não apresentação de seu CD solo.
  • Procure gravar as ministrações, para que seja feita uma avaliação e as correções necessárias.
  • Tocar e cantar de forma madura e eficiente requer disciplina, auto-análise e constante aprendizado.

14. Não ter expressão durante a ministração dos cânticos

  • Não seja um “alienígena” em cima do púlpito. Participe de todos os momentos!
  • A entonação da voz também é importante. Não combina, por exemplo, falar sobre alegria com uma entonação e um semblante triste e melancólico. Você pode contagiar o público através da sua expressão e entonação de voz.

15. Comunicação inadequada ao tipo de público

  • Ser sensível ao tipo de público que estamos ministrando e utilizar uma linguagem adequada. A dinâmica de um culto congregacional é diferente, por exemplo, de uma reunião de jovens, ou crianças, evangelismo, etc. Não trate um público maduro, por exemplo, utilizando uma linguagem de criança e vice-versa.
  • Cuidado com erros de português, vícios de palavras e gírias. Não precisa ser formal, seja natural, sempre observando o público que você está ministrando.

16. Vestimenta inadequada

  • Sua vestimenta deve ser coerente ao tipo de ambiente e reunião que você estará ministrando.
  • Cuidado com vestimenta inadequada, tipo roupa justa, cores chamativas, etc.
  • Esteja atento a sua aparência – cabelos penteados, dentes escovados, maquiagem leve, usar desodorante, perfume, etc. Lembre-se que o púlpito é uma vitrine. Quem está ministrando passa a ser alvo de observação em todos os sentidos.

17. Cantar cânticos com o qual não está familiarizado

  • Não conhece o cântico, não cante! Não sabe tocar o cântico, não toque!
  • Para ganhar confiança do auditório, é preciso demonstrar convicção e certeza sobre o que está ministrando. Conhecer bem e ter domínio do cântico ministrado, é imprescindível para que o ministro atinja seu objetivo.

18. Cantar fora da tessitura vocal

  • A escolha do tom de uma música depende do canto; este deve ser dentro da tessitura vocal e confortável para ela. Mesmo que o tom escolhido não seja o mais confortável para o instrumentista ele deve executá-lo. Na música onde há o canto, a ênfase é para a mensagem, portanto, não deve ser interferida por outros elementos.
  • Muitas músicas que ministramos na igreja não fluem como poderiam, por causa da escolha errada da tonalidade. Por vezes, o tom é muito alto e as pessoas não conseguem cantar.
  • O tom pode influenciar na sonoridade da música vocal com acompanhamento, bem como causar danos nas cordas vocais.

19. Elaborar um repertório inapropriado ao tipo de reunião

  • Elabore um repertório adequado ao tipo de reunião. Por exemplo: reunião de jovens, evangelismo, santa ceia, etc.; o repertório de um culto dominical é diferente de um lançamento de um CD, por exemplo.
  • Elabore uma seqüência lógica no repertório, ou seja, músicas de celebração, músicas de adoração, músicas de comunhão, etc. A ministração é como um “vôo de avião”, tem um destino.

20. Cantar muitas músicas num período curto de ministração

  • Elabore um repertório adequado ao tempo de duração do louvor (conferir com o pastor).
  • Dependendo do tempo dado a ministração, não será necessário uma lista extensa de músicas. Esteja atento à maneira como o louvor está transcorrendo e explore um determinado cântico quando perceber que está fluindo profeticamente.
  • Muitos exageram no tempo da ministração dos cânticos e passam do horário estipulado, atrapalhando assim, o andamento da reunião. Muitos não se importam se estão agradando ou não. Quando excedemos os limites, podemos cansar o auditório, não atingir os objetivos definidos e forçar a reunião a terminar fora do horário.

21. Ensinar muitas canções num período de ministração

  • Para que haja participação do público, procure ensinar durante a ministração, um ou dois cânticos. Procure repetí-los para que todos guardem bem a letra e melodia.
  • Quando se ensina muitas músicas num período de louvor, o público não consegue assimilar as canções, causando uma dispersão.

22. Cantar sempre as mesmas músicas nas ministrações

  • A Bíblia nos estimula a cantarmos um cântico novo (Sl 96:1). Porque cantar um cântico novo? Para cantar com o coração e não apenas com a mente. Cantar o mesmo cântico em todos os cultos pode se tornar cansativo e enfadonho, e as pessoas acabam cantando apenas com a mente.
  • Cometemos um grande erro quando nunca reciclamos o nosso repertório. Reciclar significa, “atualizar-se para obter melhores rendimentos”. Os ministros devem sempre estar atualizados, escutando boas músicas, consultando a internet, etc.

23. Cantar canções sem a direção do Espírito Santo

  • É o Senhor que sabe qual é o cântico certo para a hora certa.
  • Devemos tomar cuidado para não cantarmos cânticos que nos identificamos sem ouvirmos o Espírito Santo (I Co 14:8). Muitos só querem cantar cânticos que se identificam apenas atrapalhando assim, o fluir da reunião. Estejamos atentos e sensíveis a voz do Espírito Santo.

24. Não avaliar o conteúdo dos cânticos ministrados

  • Muitos estão ensinando canções para a igreja que estão na “moda”, mas que não possuem um conteúdo bíblico correto. Devemos avaliar biblicamente o que estamos ensinando e cantando dentro de nossas igrejas.
  • Cantemos cânticos teologicamente corretos
  • Cantemos a Palavra de Deus! A Bíblia é o “hinário” de Deus. Quem canta a Palavra de Deus, amanhã não vai precisar pedir desculpas pelo que ensinou.

25. Imitar outros ministros

  • Cada um de nós tem características diferentes. Deus nos fez assim! Deus quer nos usar do jeito que somos, com os dons, talentos e as características que Ele nos deu.
  • Muitos caem no ridículo quando imitam trejeitos, frases, modo de cantar de outros ministros, etc.
  • Cuidado com palavras da “moda”, tipo: “shekiná”, “nuvem de glória”, “trazer a arca”, “chuva”, “noiva”, “abraça-me”; ou então, expressões com duplo sentido, “quero deitar no seu colo”, “quero te beijar”, “quero ter um romance contigo”, “quando Deus penetrou em mim, eu fiquei feliz”, “Quero cavalgar contigo”, etc.
  • Não quero ser radical e dizer que há problemas em utilizar estas expressões. Porém devemos refletir o que temos cantado em nossas igrejas. Muitos cantam e compõem canções enfatizando essas expressões, muitas vezes sem saber o significado e sem nenhum propósito, fazem isso apenas por ser uma expressão do “momento”, ou para dar uma idéia de “intimidade” com Deus, tornando-se infelizes nas colocações das palavras, até mesmo com um duplo sentido. Cuidado, intimidade sem reverência vira desrespeito!
  • É verdade que Deus nos convida para sermos seus amigos, mas cabe a nós dar a glória devida ao Seu nome! Ele é nosso amigo, mas é nosso Deus! Não devemos tratar Deus como nosso “coleginha de escola”. Cuidado para que, em nome da “intimidade”, você não perca o respeito e temor a Deus. (Exemplo: A visão de Isaías no cap. 6 – “Ai de mim…”)

26. Deixar o auditório em pé por muito tempo

  • Não canse o povo! Ficar em pé 30 minutos é uma coisa, e outra coisa é ficar em pé 50 minutos. Esteja sensível ao ambiente.
  • Um público jovem consegue permanecer em pé por mais tempo, mas um público mais velho acaba se cansando mais rápido. Não há nenhum problema em adorarmos a Deus sentado.

27. Deixar de participar de outros momentos do culto

  • Muitos músicos são irresponsáveis e acabam comprometendo o andamento do culto. Participam apenas do momento dos cânticos, mas logo após saem do culto para fazerem outras coisas: conversar com amigos, comer, namorar, etc.
  • Temos uma grande responsabilidade do culto que está em nossas mãos, por isso não podemos nos dar ao luxo de termos atitudes egoístas, infantis e irresponsáveis (I Co 3:1-2). Lembre-se: somos ministros de Deus!

28. Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de som

  • É importante estudar e conhecer os equipamentos de som para poder utilizá-los da melhor maneira, evitando também danos nos equipamentos por causa do seu uso inadequado. Existem muitos “curiosos” atuando nesta área.
  • Cuidado com o volume dos instrumentos para não saturar o ambiente e provocar incômodo aos ouvintes.
  • Lembre-se que o volume das vozes deve ser maior em relação aos instrumentos para que as pessoas entendam o que está sendo falado ou cantado.
  • Sua participação no culto é fundamental. Fique atento! Não fique “viajando”. Concentração total!
  • Seja amável e educado quando as pessoas vierem te falar ou orientar algo relacionado ao som.
  • Não atrapalhe a ministração. Quando surgir algum problema, seja discreto para poder solucioná-lo.
  • Depois de mixado os volumes, não há mais necessidade de ficar mexendo na mesa de som. Portanto, não mexa, pois isso atrapalha o bom andamento da ministração.
  • Cuide dos equipamentos e seja zeloso pelas coisas de Deus.

29. Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de dança

  • Muitos são bem intencionados, mas não possuem o preparo suficiente para dançar.
  • Expressão: é importante a expressão facial e corporal, e deve ser condizente com a música que está sendo ministrada.
  • Roupas: é importante ser prudente e discreto para que não venha causar polêmica e escândalo dentro da igreja. Tomar cuidado para não tornar a dança algo sensual.
  • Técnica e estilo: Todos devem conhecer os vários estilos (balé, street dance, etc), lembrando que cada estilo deve ser coerente ao tipo de música. O sincronismo entre o grupo é um fator muito importante.

30. Atuar no ministério por obrigação e sem alegria

  • Quando realizamos a obra de Deus por obrigação não há alegria, mas se torna peso. Você gosta quando alguém vai fazer algo para você por obrigação? Será que Deus gosta quando vamos serví-lo por obrigação? Com certeza, isso não agrada a Deus.
  • Se a obra do Senhor tem sido um fardo para nós ou estamos realizando o serviço por obrigação, então é melhor deixarmos o ministério.
  • O nosso serviço deve ser com alegria – “Servi ao Senhor com alegria…” (Sl 100:2).
  • Valorize o ministério! Valorize esse instrumento poderoso para a edificação da igreja e veículo de evangelização. Você foi escolhido por Deus, portanto, leve a sério o ministério!
“Filhos meus, não sejais negligentes, pois o Senhor vos escolheu para estardes diante dele para o servirdes, para serdes seus ministros e queimardes incenso.”  II Cr 29:11

Fonte: www.agaphouton.com