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domingo, 3 de setembro de 2017

MORTE DE ADOLESCENTE VEM SENDO INVESTIGADA COMO SUICÍDIO.

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Foto reprodução Facebook
¨Colatina¨
Na noite noite deste sábado 02 de Setembro policiais do 8° BPM receberam a informação que um pessoa havia pulado do 3° andar e se encontrava na rua precisando de socorros . Os policiais se dirigiram ao local e encontraram o adolescente Julio Cezar Morello de Araújo caído no meio da rua.
O adolescente ainda chegou a ser socorrido e levado ao pronto socorro do Hospital Silvio Avidos mas não resistiu e veio a óbito.
O fato aconteceu no bairro José de Anchieta, mais precisamente na rua Jordana Sara Silva.
Todas as informações foram encaminhadas a 15ª regional de Colatina , onde o caso está sendo investigado como possível suicídio.



Com Informações: TVCcolatina

domingo, 18 de junho de 2017

Joven é encontrado morto em frente a Matriz de São Silvano em colatina

Assassinato em frente à Matriz de São Silvano, Colatina.
Na madrugada de hoje  (18), um jovem foi assassinado na praça da Igreja Matriz de São Silvano. As informações iniciais é que o jovem chama-se Álex e tenha por volta de 23 anos. Ainda não se sabe o que motivou o crime.
Imagens enviada via aplicativo / Página SDDC



























  1. Com Informações: Saudades Colatina

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Corpo de homem com corte profundo na garganta é desovado em estrada de Colatina

Um homem de 31 anos identificado como André Reginaldo da Silva, foi encontrado morto na estrada de chão de acesso a Itapina, distrito histórico a 25 km do centro de Colatina, noroeste do Espírito Santo. O corpo dele foi encontrado por volta das 7h20 deste sábado, 1º.
Estava a menos de 50 metros da rodovia BR-259 nas imediações da Fazenda Fontenelle. A perícia achou marcas de violência no cadáver. A vítima estava com um corte profundo na garganta. Segundo a polícia André Reginaldo seria morador de Colatina e foi desovado na estrada de Itapina. O crime está sendo apurado por agentes da 15º Delegacia Regional de Colatina.

Fonte:Laili Campostrini Tardin / www.gazetadonorte.com

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Dois suspeitos de tráfico de frogas foram detidos em bairro de colatina Noroeste do ES

Dois indivíduos foram presos no fim de semana num beco que liga o bairro São Judas Tadeu e Colatina Velha em colatina Nororste do ES.
Suspeitos de trafico de drogas. Com George de Tal os PMs apreenderam ácido bórico e uma pedra de crack, Com Aludindo de Tal foi encontrado no quarto da casa dele nove porções idênticas do mesmo pó, com oito gramas cada, e uma porção maior contendo 915 gramas. Também foram encontradas no mesmo local 14 pedras de crack e no guarda roupa da casa 27 reais em dinheiro.

Com Informações: Reporter Carlos Cavalcante

sábado, 8 de agosto de 2015

Homem mata a ex-mulher e foge com a filha de 6 anos em Colatina, ES

Polícia disse que horas após o crime, o suspeito tentou se matar com facão.
Criança continua desaparecida.


Uma mulher, de 29 anos, foi morta a facadas pelo ex-marido por volta de 3h deste sábado (8),   no bairro São Miguel, em Colatina, na região Noroeste do Espírito Santo. Segundo a polícia, o homem invadiu a casa, cometeu o crime e fugiu levando a filha deles, de 6 anos.
Por volta das 9h, a polícia informou que o Eleomar Malagute tentou se matar com um facão, no bairro Riviera. Ele foi socorrido inconsciente e levado ao Hospital Silvio Avidos. A menina continua desaparecida.
O crime
A vítima, Simone Aparecida Coutinho, estava dormindo, quando foi surpreendida pela ação do ex-marido. Ela correu para o meio da rua para pedir socorro, foi levada para o Hospital Silvio Avidos, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Na casa, além da vítima, dormiam duas crianças, filhas de Simone: um menino de 11 anos, fruto do primeiro casamento dela; e uma menina de 6 anos, filho da vítima com Eleomar.
Na delegacia de Colatina, familiares contaram que os dois foram casados por oito anos, mas estavam separados há 15 dias. Parentes afirmaram que o suspeito ameaçava constantemente a ex-mulher.Após golpear a Simone com uma faca, o suspeito fugiu, levando a filha deles, a menina de 6 anos.
Simone Aparecida Coutinho era caixa de supermercado durante o dia e garçonete em uma churrascaria à noite. Mesmo local onde Eleomar trabalhava.
Fonte: www.g1.com.br/es

terça-feira, 28 de abril de 2015

TENTATIVA DE HOMICÍDIO CONTRA MENOR NO BAIRRO SÃO MIGUEL, EM COLATINA

APÓS SER APREENDIDO O MENOR CONFESSOU O CRIME E LEVARAM OS AGENTES DA LEI ATÉ O LOCAL ONDE A ARMA SE ENCONTRAVA, EM UM BURACO DE UM MURO NO BAIRRO SÃO MARCOS



Deu entrada no Pronto Socorro do Hospital Sílvio Avidos ,em Colatina,vítima de tentativa de homicídio, no Bairro São Miguel, o menor G.P.S., de 16 anos. A mãe da vítima, Juliana M.P.,disse à polícia que o autor dos disparos de revólver foi efetuado por Adão Luis Castilha do Nascimento, de 22 anos, com a participação de um outro menor de 15 anos. Posteriormente, Adão Luiz foi preso , e o menor E.M.S.foi apreendido, confessaram o crime e levaram os agentes da lei até o local onde esconderam a arma do crime , em um buraco de um muro, no Bairro São Marcos. Na residencia do menor infrator os militares também apreenderam 5 buchas de maconha, e uma pedra de crack. O menor tem passagem na polícia por posse de entorpecente e tráfico de drogas e apreensão de arma branca.

Com Informações : Carlos Cavalcante

sábado, 28 de março de 2015

LOJA EVANGÉLICA FAÇA A DIFERENÇA

Quem esta fazendo a maior promoção em colatina e a loja Faça a Diferença, recém inaugurada esta dando o que falar, esta semana ela lançou uma promoção de deixar qualquer cristão fervoroso, e a promoção "ESTOURA BALÃO" onde você faz uma compra no valor acima de R$ 100,00 e pode estourar um balão com diversos brindes como, DVDS, Livros, Cds, e muito mais, vá correndo agora pois esta promoção vai durar ate dia 04 de Abril, há e se esta semana não houver publicações no blog e porque eu estou lá aproveitando esta promoção que e de arrasar, o endereço  fica no Bairro São Silvano na Avenida Silvio Ávidos,982, em cima da papelaria Cartam, vai la e confira a promoção.


sábado, 14 de março de 2015

Confira aqui se realmente os horários dos colativos de sua empresa funciona

Quem nunca saiu correndo atrás do ônibus quando chegou atrasado? ou ate mesmo quando estava cheio, pois e a população de Colatina vem enfrentando problemas com as únicas duas empresas que operam na Cidade, desde 2014 os moradores estão na expectativa aguardando a decisão da prefeitura de Colatina que foi notificada, sendo que foi dado o prazo de seis meses para licitação para que uma nova empresa pudesse operar na cidade, e sabemos que não foi bem assim,porem a prefeitura junto com os vereadores do município realizara uma audiência publica para discutir o processo de licitação das concessões do transporte publico do município.Na mesma data, a justiça confirmou nulidade dos atuais contratos com as empresas Viação Joana D'arc e Viação São Roque sob justificativa de que não houve licitação previa. O prazo dado para a nova assinatura dos acordos vai ate o mês de maio.
De acordo com informações da prefeitura, os representantes do município e da empresa ML Consultoria, responsável pelo edital da licitação, vão apresentar detalhes sobre a disputa. Na audiência será apresentado o formato para concessão, além da discussão sobre a possível inclusão de novas linhas a serem licitadas, redução da tarifa dos ônibus, renovação da frota e melhora na capacidade técnica das empresas. A previsão é de que as novas concessões tenham prazo inicial de 20 anos.

Na decisão publicada nesta terça, o juiz da Vara da Fazenda Pública do município, Getter Lopes de Faria Júnior, manteve o seu entendimento em relação à ilegalidade da Lei municipal nº 4.554/1999, que autorizou ao prefeito delegar, sem licitação, pelo prazo de 15 anos, a prestação do serviço de transporte coletivo. Em agosto de 2013, o magistrado já havia concedido uma liminar que obrigava a prefeitura a realizar a licitação no prazo de seis meses, porém, a ordem acabou não sendo cumprida.
 

Atualmente, os contratos de concessão da Viação Joana D’Arc e Viação São Roque já se esgotaram – a vigência dos acordos venceu em outubro passado –, mas as empresas seguem realizados os serviços até o desfecho da nova licitação. Na sentença assinada em novembro do ano passado, o magistrado voltou a fixar o prazo de seis meses para o cumprimento da ordem judicial.

Nos autos do processo (0007054-25.2013.8.08.0014), o Ministério Público Estadual (MPES) questionava a legalidade da lei municipal, que permitiria a “possibilidade de infindáveis prorrogações” das concessões. Os representantes do parquet pediam a nulidade dos atuais contratos e a celebração de novos acordos, de acordo com a legislação. Durante a instrução do caso, os representantes das empresas chegaram a cogitar a possibilidade de indenização pelo fim dos acordos. No entanto, o juiz Getter Lopes Júnior rejeitou o pedido.

Enquanto nada acontece em colatina confira aqui o horario que o seu coletivo esta passando em seu Bairro Viação São Roque, Viação Joana D'arc

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Travesti encontrado morto dentro de casa no Bairro Bela Vista em Colatina

A Polícia Militar de Colatina registrou uma ocorrência de encontro de cadáver nesta sexta-feira (14) no Bairro Bela Vista. A vítima é o travesti Leucimar Pereira dos Anjos encontrado morto com as mãos amarradas para trás no interior de sua residência. A polícia não deu mais detalhes da ocorrência.

Com Informações: Carlos Cavalcante

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Jovem surdo vai pregar em culto bilíngue inédito no ES

O  culto bilíngue programado na igreja adventista Honório Fraga, em Colatina, norte do Espírito Santo.

Jovem adventista é o primeiro surdo a cursar Agronomia em instituição federal
                                                Vitória, ES … [ASN] 
Se a vida do jovem Leonan Miguel Dueles Rocha, 19 anos, fosse resumida em uma palavra, esta seria superação. Contraindo uma doença grave com apenas um ano de idade, sua vida foi salva, mas a audição prejudicada. Mesmo em condições adversas, ele tornou-se o primeiro surdo do Brasil a cursar Agronomia numa instituição federal de ensino e, no próximo dia 4 de outubro, contará sobre o amor de Deus num culto bilíngue programado na igreja adventista Honório Fraga, em Colatina, norte do Espírito Santo.
Leonan em uma das programações da igreja local,
onde interpretou o Rei Herodes (de capa vermelha e coroa).
Leonan nasceu em lar adventista. Saudável, sua vida mudou quando completou um ano e oito meses. Nessa idade, ele contraiu uma meningite meningocócica e, apesar de muitas mortes na época por causa da doença, sobreviveu. Porém, foi diagnosticado com surdez. Mas para a família, o milagre de Deus havia sido perfeito. “Foi um livramento para meu filho e, mesmo naquele estado, o ensinei a palavra de Deus pela  língua de sinais. Não era fluente, mas encontrava estratégias para ensiná-lo”, revela a mãe, Silvania Dueles.
Conforme foi crescendo, Leonan se dedicava ainda mais à Igreja, trabalhando como diácono e participando, dentro de suas limitações. Convicto em sua fé, sua dedicação nos estudos também foi exemplar. Entrou na escola com dois anos e meio e por lá ficou até concluir o ensino médio. “ Ele estudava na sala regular com interprete e, no contra turno, na sala de recursos aprendendo a língua de sinais e revendo conteúdos disciplinares”, conta a mãe.
Faculdade
Leonan alcançou algumas bolsas de estudos por meio da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Inclusive, prestou o exame em condições adversas para sua situação. “ Ele aguardou as horas do sábado, como os outros candidatos sabatistas, e ainda permaneceu mais uma hora prevista em lei, devido à surdez. Ele saiu pelos portões da prova à meia noite”, lembra Silvana.
O jovem foi aprovado no início deste ano em vários cursos, através dos sistemas de bolsas Sisu e Prouni. Mas a distância e a falta de intérpretes foram um empecilho em alguns deles. Por fim, foi selecionado para dois cursos que lhe interessava: Sistemas de Informação e Agronomia, ambos no Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), nos campos de Colatina e Itapina, respectivamente.
A matrícula para Sistemas de Informação saiu primeiro, mas o sonho de Leonan era Agronomia. Porém, devido a um problema de saúde, a mãe perdeu a data da chamada. Mas ele estava feliz, fazendo amigos na faculdade e, apesar das limitações do campus em proporcionar as melhores condições, ele estava se esforçando.
“Chorei muito, senti tristeza e vergonha. Perguntava a Deus o por que de eu ter perdido a oportunidade de matricular meu filho num curso que era seu sonho. E ele se classificou bem, mas perdemos a data”, relembra a mãe. Mas Deus tinha a resposta para todo aquele sofrimento. Através de uma liminar na Justiça, na qual a mãe foi atrás pelos direitos do filho, Leonan foi matriculado no curso de Agronomia.
Um Sonho
Jovem adventista é o primeiro surdo a cursar Agronomia em instituição federal
Hoje ele está feliz e realizado, estudando aquilo que sempre desejou. De acordo com a mãe, foi bem recebido por alunos, professores e gestores. “Estamos felizes pois ele estuda durante o dia, sem precisar ter aula nas horas sagradas do sábado, como acontecia no outro curso por causa da sexta-feira à noite”, comemora Silvana.
Segundo o diretor do Ifes de Itapina, Leonan é o primeiro aluno surdo do Brasil a cursar Agronomia num instituto federal de ensino e, em breve, será o primeiro engenheiro agrônomo nestas condições. “Meu filho pode dizer em sua língua: ‘Até aqui me ajudou o Senhor’!”, afirma a mãe. 
Com Informações: [Equipe ASN, Ayanne Karoline]

quinta-feira, 31 de julho de 2014

CÂMERAS DE VIDEOMONITORAMENTO COMEÇAM A SER INSTALADAS EM COLATINA




31/07/2014 - O município de Colatina receberá reforços na segurança pública com a instalação de câmeras de videomonitoramento nos bairros da cidade. Na última semana começaram a instalação das câmeras, ao todo serão 80, distribuídas em pontos estratégicos auxiliando a segurança pública. A instalação do equipamento faz parte do projeto “Olho Digital” que vem sendo implantando desde 2007 pelo governo do estado. Colatina é uma das 16 cidades contempladas pelo projeto.
De acordo com o Secretário de Transporte Trânsito, Eduardo Messa, a instalação dos postes já foi feita e agora foram iniciadas a instalação das câmeras. As empresas foram contratadas pelo governo e estão fazendo todo o trabalho inicial. “Após a conclusão da instalação será feita a contratação da empresa que vai fazer o monitoramento das áreas. O município será responsável pela montagem da central”, destacou.
Todos os bairros serão contemplados pelo projeto, as 80 câmeras estão sendo distribuídas de modo que todos os bairros receberão no mínimo uma unidade. A definição dos pontos foi feita pela prefeitura em conjunto com a Polícia Militar. As câmeras atingem um raio de até 2 km de alcance, giram 360 graus e podem migrar de lugar, de acordo com a incidência das ocorrências.

Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesp), responsável pelo projeto, em áreas monitoradas pelos equipamentos, a redução do índice de ocorrências gira em torno dos 60%. Além disso, com o monitoramento das vias públicas é produzido informações para as ações preventivas, repressivas e investigativas.

Fonte: www.colatina.es.gov.br

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Vítimas das chuvas que castigaram o Espírito Santo continuam sem apoio e convivem com destruição

Reportagem percorreu três cidades castigadas pelos temporais que mataram 24 pessoas

Foto: Edson Chagas
Adenilson Ribeiro, no córrego Dois Irmãos, que transbordou com as fortes chuvas de dezembro de 2013 e levou na correnteza a casa de seu Julio Cesar Ribeiro que morreu no desabamento - Especial Chuvas
Ainda sem acreditar, o jovem mostra o Córrego Dois Irmãos, no alto de uma serra em Baixo Guandu. Na véspera do Natal de 2013, o filete de água alcançou três metros de altura e matou quatro de seus familiares. Os corpos de dois deles nunca foram encontrados. “Ainda procuro ao menos os ossos”, desabafa Adenilson Ribeiro, 22 anos.

Seis meses após a tragédia, pouco mudou na vida de Adenilson e de outras vítimas das chuvas que atingiram o Estado, no final do ano passado. Uma enchente que afetou 54 municípios, expulsou mais de 60 mil de casa e matou 24 pessoas.

Os sobreviventes, além da perda de familiares e dos traumas, enfrentam graves dificuldades financeiras. Vivem de aluguel social, as roupas e o que possuem em casa são doações, sofrem com problemas de saúde ou não conseguiram enterrar seus mortos. “Ainda ouço a voz do meu irmão na mata. Era um homem bom, não merecia isso”, diz Adenilson sobre Julio Cesar Cleto, 19, um produtor rural. Além dele está desaparecido o corpo de seu sobrinho, Daniel Cleto, de 3 anos.

Solidariedade

A mãe e a esposa de Júlio, Aparecida, 43, e Tatiana, 15, também morreram soterradas. Foram os vizinhos de uma comunidade próxima, Ibituba, que ajudaram a resgatá-las. Como ficaram isolados pelas chuvas, foi a comunidade que limpou e arrumou os corpos. “Foi um marceneiro daqui que fez o caixão”, conta Glória Oliveira, moradora de Ibituba.
 
Na hora da tragédia todos dormiam na casa, que ficava às margens de uma encosta. Por volta das 2 horas, a água do córrego, misturada a entulhos e pedras, soterrou a residência, arrastando o que sobrou, incluindo as vítimas, por dezenas de metros. A destruição foi tão grande que sobraram poucos vestígios no local: os restos de um tanquinho e vigas.

Adenilson mora hoje na casa de uma tia e toma conta do cafezal de cinco alqueires que agora lhe pertence. Mas anda desanimado. “Tenho que construir uma nova casa, mas a vontade é de ir embora. Dói muito”, relata. 

Queríamos fazer um simulado de alerta de enchentes, mas tivemos que adiar. A população ainda está traumatizada

Darly Dettmann, Prefeito de Itaguaçu

 
O Córrego Dois Irmãos onde ele vive faz parte de uma das quatro comunidades rurais de Baixo Guandu, onde moram aproximadamente 8 mil pessoas. Localizadas em regiões de serra, ficam a mais de uma hora da sede do município. Durante a enchente, alimentos, roupas e remédios só chegavam de helicóptero.

O acesso a esses locais, que já era precário, está ainda pior. Há barreiras ameaçando desabar, estradas perigosas, rios assoreados. Em Baixo Guandu, 40 pontes foram destruídas. Há ainda comunidades, como Alto Mutum Preto, que correm o risco de desaparecer. Toda a vila foi construída embaixo de um barranco que ameaça desabar.

Foto: Edson Chagas
Ponte sobre o rio Guandu com galhos de árvores que podem represar a água em caso de chuvas fortes e elevado nível da correnteza - Especial Chuvas
Semelhanças


Uma situação que não é muito diferente da vizinha Itaguaçu, que enfrentou três enchentes nos últimos quatro anos. Na semana do Natal ficou completamente alagada, em alguns pontos a água chegou a um metro e meio. Até o prefeito da cidade, Darly Dettmann, foi desalojado.

Quando o nível da água abaixou, após cinco dias, estradas, dezenas de casas, escolas, unidades de saúde, prédios públicos e 20 pontes tinham sido destruídas. Com recursos próprios o município tenta reverter a situação, mas já não há dinheiro.



Na cidade onde vivem pouco mais de 14 mil habitantes, seis pessoas morreram. Três delas na zona rural e outras três na sede municipal, em Barro Preto.

Lá morava a família do casal Neusa Aparecida Borges, 44, e José Vitorino Venke, 41 anos. Com graves problemas de saúde eles sobreviveram ao soterramento que matou três de seus familiares: a mãe, Odília Marcelino Borges, 84; a nora Claudiana Nogueira Paixão, 21, grávida de oito meses; e o neto, João Pedro Paixão, de um ano e dois meses.

Minha irmã também foi desabrigada pela chuva mas se recusou a ficar conosco. Naquela madrugada nossa casa foi soterrada.

Neusa Borges, Vítima de Itaguaçu

 
Na madrugada da véspera de Natal, uma avalanche de terra soterrou a casa de dois andares. No local só sobrou a laje da garagem. Neusa e Vitorino foram resgatados gravemente feridos. “Estávamos dormindo e acordamos embaixo dos entulhos”, relatam. Ambos apresentam problemas na coluna. Ele não consegue mais trabalhar nem se aposentar, e ela tem dificuldades para falar e andar. Em meio a lágrimas, ela acrescenta: “Perdemos tudo, tudo”.

Foto: Edson Chagas
Neusa Aparecida Borges no local onde era sua casa, bairro Barro Preto, que foi levada por avalanche de terra provocada pelas fortes chuvas de dezembro de 2013 - Especial Chuvas
O casal recebe aluguel social e tenta se manter com a renda de um pequeno salão, no centro de Itaguaçu. Conta com a ajuda do filho, Danilo Borges Paixão, 27. Um jovem que não consegue expressar a perda da esposa grávida e do filho. “Já era calado, agora quase não fala”, conta Neusa, cujas lágrimas aumentam quando lembra do bebê que estava por nascer. “Era uma menininha”.

Sem recursos

Danilo e Claudiana moravam na zona rural, mas estavam na casa de Neusa a pedido médico. A jovem estava no oitavo mês de gravidez. No dia da tragédia, Danilo tinha ido conferir a situação da propriedade e assim escapou do soterramento. Tudo o que sobrou foi uma pequena bolsa com as roupinhas do bebê, encontrada pela Defesa Civil.

Na mesma rua onde a família morou por mais de 20 anos, outras três casas foram atingidas, sem vítimas. A região é considerada agora de risco iminente. Novos deslizamentos podem ocorrer se voltar a chover, mas não há perspectivas de que obras possam ser feitas na região por falta de recursos.

A prefeitura local já adquiriu um terreno para construir as casas para as famílias que foram desabrigadas, mas os recursos não chegaram. Algo que desespera Neusa e Vitorino. “Perdemos tudo. Não tenho como comprar uma casa”, diz Neusa.

Comércio

Foto: Edson Chagas
Romulo João Gatti, proprietário do supermercado Gurizão que ficou alagado com inundação do Rio Doce em dezembro de 2013 - Especial Chuvas
Nos dois municípios grandes perdas também foram registradas no comércio. Em Itaguaçu, o Supermercado Pagel ganhou destaque quando a população disputou os alimentos que estavam sendo descartados. “Aquilo foi por desespero. Nada poderia ser aproveitado”, relata o proprietário Celso Pagel. 

Ele se emociona quando anda pelo galpão de estoque. “Em 30 anos nunca ficou vazio como agora”, diz, relatando com exatidão o tempo de alagamento: “Foram cem horas”. Pagel estima seu prejuízo em mais de R$ 1,3 milhão.

Abrigo

Outro que se emociona quando lembra dos dias de enchente é o padre Paulo Bosi Dal’Bó. Ele abrigou mais de 1.200 pessoas em sua igreja, incluindo os primeiro bombeiros que chegaram à cidade, cujo barco virou e tudo perderam.

Relata que os primeiros gritos de socorro foram ouvidos na manhã do dia 21 de dezembro de 2013. Antes que a manhã terminasse a igreja já estava lotada. Naquela noite dormiram nos bancos e no chão, sem colchões ou lençóis. “Mas todos foram acolhidos”, destaca o padre, cuja igreja se transformou no centro de controle de operações para os militares estaduais, do Exército, da Força Nacional e de voluntários.

Para o padre, a tragédia deixou várias lições. Uma delas é de que a solidariedade ajudou a superar a tragédia. “As doações não deixaram que nada faltasse e o trabalho voluntário salvou vidas”. Também ensinou, destaca, que é preciso repensar a gestão das cidades. “Muitas construções, até de prédios públicos, estão sendo feitas às margens dos rios”, pondera, preocupado com o risco de novas enchentes.

Colatina: em meio a entulhos, moradores tentam recomeçar suas vidas
 
Foto: Edson Chagas
Claudio Roque, desabrigado do Bairro São Marcos onde deslizamento de terra em dezembro de 2013 derrubou casas matando várias pessoas - Especial Chuvas

Desde o dia em que ocorreu o desabamento que matou sete pessoas, no bairro São Marcos, em Colatina, nada mudou. Uma montanha de entulhos com os restos das casas, dos móveis e objetos pessoais das vítimas lembram um cenário de guerra e não permitem que os vizinhos e parentes se recuperarem da tragédia.

Elas estavam tão felizes com a nova pintura do quarto, as roupas e os sapatos novos. Nem puderam aproveitar...

Orleide Costa, Mãe de duas vítimas

 
E o pior: sem um trabalho de contenção no local há o risco iminente de novos desabamentos. Tanto que uma creche situada no alto do morro (muro verde na foto ao lado) foi desativada.

Uma situação que revolta Claudio Roque Almeida, cuja casa foi parcialmente atingida pelos destroços no dia em que comemoraria os 15 anos da filha. “Desde então vivo de aluguel social sem a perspectiva de quando esta situação vai mudar”, desabafa.

Tragédia

Logo em frente a casa dele morava Orleide Almeida Costa, 29, e suas três filhas. Ela e os tios, que viviam ao lado, estavam animados com o almoço que fariam no Natal. O ex-marido, William Gomes, visitava as filhas.

No dia anterior, 24, Orleide foi trabalhar bem cedo. Vestia o uniforme quando foi surpreendida com a visita do ex-marido. “Machucado e em desespero, pedia perdão por só ter salvado uma de nossas três filhas”, conta, em prantos. “Minha vida acabou naquele momento”, acrescenta.

Foto: Edson Chagas
Orleide Almeida Costa perdeu as filhas Karolayne e Ana Carolina no desabamento de sua casa levada por deslizamento de encosta no bairro São Marcos nas fortes chuvas de dezembro de 2013 - Especial Chuvas
De sua casa, nada sobrou. Os corpos de suas filhas – Karolayne, 7, e Ana Carolina, 9 –, foram resgatados três dias depois. Com elas morreram ainda seus tios, uma prima e dois vizinhos. Semanas depois sua avó, 69, não resistiu à dor das perdas e morreu. “É muito difícil. Só não enlouqueci porque ainda tenho dois filhos para criar”, diz Orleide.

Seu relato é feito em uma casa de três cômodos, onde vive com a filha Crislaine, 4, no bairro Airton Senna, afastado do centro de Colatina. No espaço mal iluminado e úmido pelas infiltrações da chuva estão as poucas coisas que recebeu de doação. “Quando chove a Crislaine entra em desespero”, conta a mãe enquanto acaricia a única foto das filhas falecidas, recuperada dos entulhos. No dia da tragédia seu filho Leandro, 2, estava com uma tia, com quem ainda mora.

Seu desespero aumentou na última semana, quando soube que um golpista está usando sua tragédia para vender rifas na cidade. “Não vendo rifas. Trabalho como merendeira”, diz, revoltada. Tudo o que ela deseja é uma casa para recomeçar a vida. “É um sonho”, desabafa.

Recomeço também é o sonho de muitos comerciantes de Colatina, cujas lojas foram completamente destruídas. Um delas é a Casa das Rações. Seu dono, Claudio Marcos Zaché, estima o prejuízo em R$ 1,6 milhão. “Reabrimos, mas é difícil recuperar o pique”, conta Claudio. Preocupado com o risco de novas enchentes, decidiu procurar outro espaço para abrigar seu estoque.

Recursos federais para a reconstrução das cidades e das casas não chegaram

A maior parte das 54 prefeituras que foram atingidas pelas fortes chuvas de dezembro do ano passado ainda não conseguiu dinheiro para reconstruir suas cidades. Além de pontes e estradas que precisam ser refeitas, a maior dificuldade é garantir uma nova moradia para as famílias que foram desabrigadas.
 

Em Baixo Guandu, por exemplo, a expectativa era receber R$ 42 milhões do governo federal. “Reduziram para R$ 1,4 milhão”, conta o prefeito Neto Barros. Com o dinheiro só poderá fazer quatro, das 42 pontes que foram destruídas.

Lá existem 37 famílias que vivem com aluguel social de R$ 475 mas os recursos para a construção das casas não chegaram. “Tivemos ajuda do Estado durante as enchentes e apoio com máquinas para recuperar estradas, mas ainda tem muito para ser feito”, diz Neto Barros, que investiu R$ 1,6 milhão de recursos próprios.

Semelhanças

Foto: Edson Chagas
Rio de Itaguaçu que transbordou e inundou a cidade com as chuvas de dezembro de 2013 - Especial Chuvas
A cidade vizinha, Itaguaçu, precisava de R$ 18 milhões, mas o governo federal decidiu mandar R$ 5,5 milhões. “Só vou poder fazer nove das 40 obras que eram necessárias”, relata o prefeito Darly Dettmann, que já investiu R$ 2 milhões de recursos na recuperação de sua cidade.

Lá além das estradas e prédios públicos reformados, 20 pontes foram destruídas. Cinquenta famílias foram desabrigadas e vivem de aluguel social no valor de R$ 350.

Colatina aguarda os recursos federais para fazer a contenção da encosta que desabou em São Marcos. “Recebemos a primeira parcela no valor de R$ 3 milhões”, relatou o prefeito Leonardo Deptulski. A cidade vai receber R$ 9,7 milhões dos R$ 38 milhões que pediu ao governo federal.

Deptulski já adiantou que só poderá fazer sete das 24 obras planejadas. Mas como já tinha em andamento, antes da enchente, um projeto “Minha Casa, Minha Vida”, terá condições de destinar pelo menos 80 moradias para moradores da cidade que ficaram desabrigados.

Em Colatina, 300 famílias estão sem casa e 256 vivem de aluguel social, de R$ 600. “Vamos tentar convênios para garantir a construção de outras casas”, diz o prefeito.

A preocupação dos prefeitos e que um novo período de chuvas fortes, no final do ano se aproxima e as cidades ainda não conseguiram se recuperar. 

Apoio do Estado

Ilustração sobre prejuízos causados pelas chuvas no EstadoO Estado assinala que investiu R$ 400 milhões de um total de R$ 540 milhões que havia prometido para a reconstrução. Parte destes recursos – R$ 87 milhões – foram aplicados na recuperação de rodovias e pontes.

Cerca de R$ 16 milhões foram para o cartão reconstrução destinado às famílias e quase R$ 13 milhões na construção de casas em cinco municípios. “Também investimos R$ 24 milhões em máquinas que ajudaram os municípios a recuperarem suas estradas”, destaca o secretário da Casa Civil, Tiago Hoffmann.

Ele reconhece que a maior dificuldade dos municípios decorre dos recursos federais que não chegaram. “Há cidades, como Vila Velha, que não vai receber nada”, relata. Para piorar a situação, acrescenta, estas mesmas cidades já tinham tido redução de receitas com o fim do Fundap.

Hoffmann garante que, dentro das possibilidades, o Estado vai tentar ajudar os municípios. “Não na velocidade que precisam, mas terão nosso apoio”, pontua.

Fonte: A Gazeta

domingo, 15 de junho de 2014

BMW bate em árvore, pega fogo e amigos morrem em Aracruz, ES

Roberto Dellacqua de 33 anos e Luciano Santi, de 40, morreram no local.
PRE informou que a Carteira de Habilitação do motorista estava suspensa.


BMW bate em árvore, pega fogo e amigos morrem em Aracruz, ES (Foto: Marcos Sfalsin/VC no ESTV)BMW bate em árvore, pega fogo e amigos morrem em Aracruz (Foto: Marcos Sfalsin/VC no ESTV)
Uma BMW 335i bateu em uma árvore, pegou fogo e dois amigos morreram por volta de 21h deste sábado (14), no quilômetro cinco, da rodovia ES-257, estrada que liga as cidades de Ibiraçu a Aracruz, na região Norte do Espírito Santo. A pista ficou totalmente interditada no trecho por duas horas. A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) informou que os corpos das vítimas foram encaminhados para o Departamento Médico Legal (DML) de Vitória.
De acordo com amigos, Roberto Dellacqua Gavassoni, 33 anos, era o condutor do veículo e morava em Colatina. Já o carona, Luciano Santi Soares de 40 anos, era morador de Aracruz.
Antes de acidente, BMW foi fotografada por várias pessoas em posto de combustíveis em Aracruz, espírito santo (Foto: Arquivo Pessoal)Antes de acidente, BMW foi fotografada por várias pessoas em posto de combustíveis (Foto: Arquivo Pessoal)
Segundo testemunhas, os dois estavam, desde às 16h, em uma loja de conveniência de um posto de combustíveis e davam várias voltas com o veículo que teria sido adquirido por Roberto na última sexta-feira (15). Em uma dessas voltas, segundo a PRE, o motorista perdeu o controle após uma curva e bateu a BMW em um pé de manga, no sentido Ibiraçu. O carro pegou fogo e os corpos foram carbonizados.
A Polícia Rodoviária Estadual informou que a Carteira de Habilitação de Roberto estava suspensa por 11 meses por excesso de multas.
BMW ficou completamente destruída em Aracruz, Espírito Santo (Foto: Anelice Sena/ TV Gazeta)BMW ficou completamente destruída em Aracruz, Espírito Santo (Foto: Anelice Sena/ TV Gazeta
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quarta-feira, 7 de maio de 2014

Carro fica pendurado na ponte de Colatina após ser atingido por caminhão


Um acidente deixou o trânsito completamente parado na ponte de Colatina, na BR-259. O acidente envolveu dois caminhões, dois carros de passeio e uma moto. Apesar da batida, não houve feridos graves. 
De acordo com as primeiras informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), a pista precisou ser interditada na ponte para a retirada dos caminhões, com isso foram mais de 10 Km de congestionamento nos dois sentidos.
Nas redes sociais, moradores da região reclamam da insegurança no trânsito. Eles comentam que acidentes como esse acontecem com frequência na ponte. A população reclama que não há sinalização adequada, nem fiscalização ou orientação para os motoristas.
Dois mortos em acidente
Duas pessoas morreram em um 
grave acidente envolvendo uma motocicleta e um carro de passeio, na BR 259, em Colatina. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o acidente ocorreu por volta das 8 horas, no quilômetro 35,4, no distrito de Baunilha.

Fonte: portaguandu.com.br

Colatina e Venda Nova recebem verba para reconstrução no ES

Municípios foram afetados pelas chuvas de dezembro, no Espírito Santo.
Serão destinados R$ 9,7 milhões para Colatina e R$ 180 mil à Venda Nova.


O Ministério da Integração Nacional autorizou a transferência de recursos para obras de reconstrução de danos causados por enxurradas nos municípios de Colatina, no Noroeste doEspírito Santo, e Venda Nova do Imigrante, na região Serrana, por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec). As portarias autorizando a liberação dos recursos foram publicadas no Diário Oficial da União desta terça-feira (6).
Os estragos nesses municípios foram em decorrência das fortes chuvas que ocorreram em dezembro de 2013. Segundo o Ministério, os recursos, no valor de R$ 9,7 milhões para Colatina e R$ 180 mil para Venda Nova do Imigrante, devem ser utilizados exclusivamente para execução das obras especificadas no plano de trabalho apresentado à Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil.
No bairro São Marcos, em Colatina, EspíritoSanto, quatro casas desabaram (Foto: Elber Dbob / VC no G1)Destruição no bairro São Marcos, em Colatina, quando quatro casas desabaram durante as fortes chuvas em dezembro de 2013 (Foto: Elber Dbob / VC no G1
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sexta-feira, 2 de maio de 2014

Ministério Público pede interdição de casas em áreas de risco em Colatina

O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio da 11ª Promotoria de Justiça Cível de Colatina, requereu à Justiça que a interdição e desocupação dos imóveis situados em áreas de risco na cidade. Além da ação, a prefeitura municipal deverá executar obras de contenção e medidas que visem afastar a situação de risco de deslizamentos de grande impacto nas imediações dessas áreas.
O MPES acionou a Justiça amparado em laudos técnicos elaborados pela Defesa Civil Estadual e Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, além de vistoria realizada pelo Corpo de Bombeiros. A apuração dos fatos se deu porque vários moradores procuraram a Promotoria de Justiça relatando a situação de risco em que viviam, especialmente após as chuvas intensas que atingiram o município, provocando estragos significativos, no fim de 2013.
Foi requerido também o reassentamento dos ocupantes das moradias que se encontram em áreas de risco mediante inclusão e manutenção em programas de interesse social, enquanto durar o curso do processo. A prefeitura municipal também terá que proceder à execução de obras de infraestrutura básica, sistema de captação das águas pluviais, demolição de edificações – quando demonstrada a necessidade -, e ainda obras de contenção e medidas que visem elidir a situação de risco na área objeto do procedimento


Fonte: www.sitebarra.com.br

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Exame Supletivo: inscrições começam no dia 05 de maio


 
Divulgação 
Começam no dia 05 de maio as inscrições para o primeiro Exame Supletivo 2014, aplicado pelos Centros Estaduais de Educação de Jovens e Adultos (CEEJA). As inscrições devem ser feitas pelo site www.sedu.es.gov.br até o dia 14 de maio. Os candidatos que não têm acesso à internet podem ir até uma escola da rede estadual e solicitar auxílio na secretaria, das 7h30 às 20 horas.

Para se inscrever, o candidato deve morar no Espírito Santo e ser maior de 15 anos, caso queira prestar exames para conclusão do ensino fundamental, e maior de 18 anos para o ensino médio.

Para os candidatos do ensino médio, as provas serão nos dias 19, 20, 26 de julho e, para os do fundamental, nos dias 26 e 27 de julho.

Candidatos que, em virtude de crença religiosa não puderem realizar o exame aos sábados, deverão fazê-lo nos dias 20, 21, 28 de julho para o ensino médio, e 27 e 28 de julho, para o fundamental.

“O Exame Supletivo, além de proporcionar uma formação básica aos estudantes, também é um fator que contribui para a continuidade da vida acadêmica dos participantes. Com o certificado em mãos, os estudantes têm a chance de iniciarem cursos de ensino técnico ou superior, além de aumentar as chances dos alunos ingressarem ou permanecerem no mercado de trabalho, que atualmente exige cada vez mais conhecimento dos profissionais”, destacou a subgerente da Educação de Jovens e Adultos (EJA), Mariane Luzia Folador Dominicini Berger.

O exame será aplicado pelos quatro Centros Estaduais de Educação de Jovens e Adultos (CEEJA): Vitória, Colatina, Cachoeiro de Itapemirim e Linhares. A divulgação dos locais de prova será feita a partir do dia 07 de julho.

Já o resultado final dos exames será divulgado no dia 29 de agosto, pelo site da Secretaria de Estado da Educação (Sedu).

Para ser aprovado, o candidato deve ter nota igual ou maior que 6,0. As provas exigirão conhecimentos de Língua Portuguesa, Redação, Matemática, Ciências, História, Geografia e Artes, para o ensino fundamental, e Língua Portuguesa, incluída Redação e Literatura, Matemática, Biologia, Física, Química, História, Geografia, Arte, Língua Estrangeira Moderna - Inglês, Filosofia e Sociologia para o ensino médio.

As provas do exame supletivo são aplicadas anualmente para verificar se o estudante atingiu os requisitos de conhecimento que comprovem a conclusão dos estudos em nível fundamental e médio.
Informações Adicionais:
CEEJA Vitória
Ladeira São Bento, nº 66, Centro – Vitória
Tel.: 27 3233-3563.

CEEJA “Pedro Antônio Vitali” - Colatina
Av. Pedro Vitali, nº 209, Bairro Tropical - Colatina
Tel.: 27 3721-1433.

CEEJA Cachoeiro de Itapemirim
Rua Moreira, nº 215, Bairro Cel. Borges – Cachoeiro de Itapemirim
Tel.: 28 3522-5678.

CEEJA Linhares
Rua Monsenhor Pedrinha, s/n, Centro – Linhares
Tel.: 27 3371-0179

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Mulher tenta suicidio pulando da ponte Florentino Avidos em Colatina

Uma mulher acaba de pular da ponte Florentino Avidos neste exato momento, logo mais teremos informações, o corpo de bombeiros de Colatina esta no estacionamento do Restaurante Drink, tentando resgata-la.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Mapa de Risco começa a ser feito em Colatina


Um mapa detalhado das áreas de risco de Colatina começou a ser elaborado ontem por uma equipe de geólogos e geógrafos ligados ao governo federal visando revelar o grau de perigo dos moradores das casas ameaçadas por deslizamentos ou inundações no município.

A equipe formada por oito pessoas vai percorrer 32 áreas de risco previamente identificadas por técnicos da Companhia de Pesquisas e Recursos Minerais (CPRM) a partir de critérios específicos como ocorrência de deslizamentos, enxurradas, inundação, mortes, desabrigados e desalojados. O Mapa de Risco de Colatina está sendo montado pela Pangea Geologia Estudos Ambientais, empresa contratada pelo Ministério da Integração Nacional.

Durante 20 dias, os técnicos da Pangea visitarão os locais considerados de risco, visitarão casa por casa, conversarão com os moradores, além de avaliar a condição do imóvel. A previsão é que o relatório detalhado seja entregue a prefeitura no próximo mês de junho. O coordenador da equipe, o geólogo Gabriel Fontanella informa que com o esse a Defesa Civil de Colatina saberá quantas pessoas e residências estão ameaçadas por desastres naturais, qual o tipo de terreno e valor aproximados para fazer obras de prevenção ou adaptação para reduzir os impactos ambientais detectados.

O mesmo mapeamento já foi feito em oito municípios capixabas: Aracruz, Cariacica, Vila Velha, Ibiraçu, Viana, Laranja da Terra, Santa Leopoldina e Fundão.
“São informações completas que vão sugerir medidas de melhorias nestas 32 áreas de riscos e custos aproximados que visam a captação de recursos federais. A classificação dos riscos será apresentada em mapas temáticos e pode variar de um a quatro, indo de baixo a alto risco”, revelou.

Ontem, os geólogos Gabriel Fontanella, 26 anos, Natália de Almeida, 27 anos e Larissa Lobo, 27 anos examinaram o ponto onde a encosta deslizou e derrubou uma casa em Baunilha, interior de Colatina. Na inspeção, os peritos optaram em indicar a construção de taludes para garantir a firmeza do barranco. “A situação é crítica, mas espero que minha mãe possa refazer sua casa que desabou na chuvarada de dezembro”, afirmou a dona de casa Sueli dos Santos Silva, 38 anos.


Saiba

Colatina foi a cidade com maior número de vítima de soterramentos com oitos mortos, seguida por Itaguaçu que registrou seis mortes. segundo informações da Defesa Civil do Espírito Santo.
Fonte: www.seisdias.com.br

terça-feira, 25 de março de 2014

Governo desliga todos os radares nas rodovias estaduais

269583092e8542d3b3de02f9649097a5ccd00699-300x187Você motorista já teve a impressão de que o radar por onde você passa não estaria ligado? Sua impressão está correta se você dirige por uma via estadual. Isso porque todos os radares de 198 faixas de tráfego no Espírito Santo estão desligados para troca dos aparelhos. A instalação dos novos radares já começou. Todos entram em funcionamento, progressivamente, entre os dias 31 de março e 14 de abril.
Recentemente o Governo do Estado fez licitação e uma nova contratação para instalação de radares nas estradas estaduais e vias metropolitanas. A transição dos equipamentos depende do desligamento dos antigos, antes de haver a instalação dos novos radares.
Os novos equipamentos são mais modernos e com grande capacidade no armazenamento de dados. A ordem para desligamento dos aparelhos antigos foi dada no dia 12 de março, de acordo com a diretora geral do Departamento de Estadas e Rodagens (DRE), Tereza Casotti.“É importante destacar que os locais onde temos radares instalados são pontos em que há necessidade de manter a velocidade reduzida. Ainda que não tenhamos hoje o controle do tráfego nesses locais por conta dessa transição, os motoristas precisam saber que é necessário reduzir a velocidade esses locais”, afirmou em entrevista à Rádio CBN Vitória.
A diretora geral do DER acrescentou que o índice de respeito aos redutores de velocidade, por parte dos motoristas, chega a 99,93%. Casotti prevê que não devem haver imprevistos que atrasem a instalação dos novos radares, como a ocorrência de chuvas, por exemplo. “Somente em casos, por exemplo, de chuvas torrenciais e não estamos no período desse tipo de chuva. A gente trabalha com a previsão de que isso não ocorra e que não haja prejuízos no cronograma”, aposta a diretora.
A prioridade para religamento de radares será em rodovias e outras vias na Grande Vitória. Tereza Casotti antecipou que isso irá ocorrer primeiro em toda a extensão das rodovias ES-010 (Serra) e ES-060 (Vila Velha e Guarapari). Em breve, após a renovação de todos aparelhos de fiscalização o Estado contará com radares do tipo OCR, que serão instalados em 32 locais, primeiramente todos no interior capixaba.
Os equipamentos OCR terão capacidade de acessar instantaneamente o banco de dados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), após a leitura da placa, e de emitir alertas ao Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, em casos de veículos com restrição de furto e roubo e com documentação vencida. As instalações desses radares começa após a atualização dos equipamentos que foram desligados.
Fonte: www.sitebarra.com.br