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quarta-feira, 6 de março de 2019

Inglês pode ser 2º pessoa no mundo a ficar livre da aids

A notícia chega quase 12 anos depois do primeiro paciente que teria sido curado, e em circunstância parecida

 
 
Um homem britânico tornou-se o segundo adulto no mundo a ser curado da aids, após um transplante de medula óssea de um doador resistente ao vírus HIV, anunciaram seus médicos, preservando a identidade do paciente. É apenas a segunda vez desde o início da epidemia global de aids, nos anos 1980, que um paciente parece ter sido curado da infecção por HIV.
A notícia chega quase 12 anos depois do primeiro paciente que teria sido curado, e em circunstância parecida. O sucesso do tratamento aumenta as esperanças de que uma nova estratégia para a cura de pacientes com o vírus da aids seja possível.
Os investigadores devem publicar o seu estudo nesta terça-feira na revista científica Nature. Publicamente, os cientistas estão descrevendo o caso como uma "remissão em longo prazo". Em entrevistas, a maioria dos especialistas confirma se tratar de uma "cura", com a ressalva de que é difícil saber como definir a palavra quando há apenas dois casos conhecidos.
Quase três anos depois de receber células-tronco da medula óssea de um doador com uma mutação genética rara que resiste à infecção pelo HIV - e mais de 18 meses depois de largar as drogas antirretrovirais -, testes altamente sensíveis mostram que até agora não há vestígio da infecção por HIV no paciente tratado.
"Não há vírus lá que consigamos medir. Não conseguimos detectar nada", disse Ravindra Gupta, professor e biólogo especializado em HIV da Universidade de Cambridge que liderou uma equipe de médicos que trataram do homem. O paciente contraiu o HIV em 2003, disse Gupta, e em 2012 ele foi diagnosticado com um tipo de câncer no sangue chamado Linfoma de Hodgkin.
Apesar da esperança, os médicos alertaram que o resultado não significa que uma cura para o HIV tenha sido encontrada. Gupta descreveu seu paciente como "funcionalmente curado" e "em remissão", mas advertiu: "É muito cedo para dizer que ele está curado".
O homem está sendo chamado "o paciente de Londres", porque seu caso é semelhante ao primeiro caso conhecido de uma cura funcional do HIV - em um homem americano, Timothy Brown, que ficou conhecido como o paciente de Berlim - onde foi submetido a tratamento semelhante, em 2007.
Brown, que vivia em Berlim, mudou-se para os Estados Unidos e ainda está livre do HIV. Cerca de 37 milhões de pessoas em todo o mundo estão infectadas com o HIV, e a pandemia de aids matou cerca de 35 milhões de pessoas em todo o mundo desde que começou, na década de 1980. (com agências)

Fonte: www.folhavitoria.com.br

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Como fazer o autoexame das mamas

Por que fazer o autoexame? 

Alerta cor de rosa! O câncer da mama é o que mais afeta as mulheres de todo o mundo.

Entre janeiro e dezembro de 2014, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima o aparecimento de 57.120 novos casos da doença, no Brasil.

Para detectar o câncer de mama, o INCA recomenda que as mulheres realizem periodicamente o exame clínico e a mamografia, mesmo que não tenham alterações nos seios, além do autoexame.

Com o diagnóstico precoce, as chances de cura são de até 95%. No país, a taxa de mortalidade continua elevada, pois os tumores têm sido descobertos em estágio avançado.

Se você visita o médico ginecologista e o mastologista ao menos uma vez ao ano, saiba como fazer o autoexame das mamas em casa!

Autoexame das mamas: passo a passo


Uma boa maneira de fazer o autoexame da mama é: começar com uma mão espalmada e passá-la em torno do peito, seguindo movimentos circulares, aplicando uma leve pressão. O outro braço pode estar levantado para facilitar.
 - Como fazer o autoexame da mama
Lembre-se de sempre conferir todo o seio - do pescoço até a região das axilas, ok? Um espelho ajudará a olhar até aquelas partes mais difíceis de enxergar. 
© IBCC
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Uma dica extra é aproveitar, o uso do sabonete ou cremes hidratante pode facilitar o deslizar das mãos.

Quando fazer o autoexame das mamas



Quanto mais você tocar os seus seios, melhor! Assim, você saberá quais são as sensações normais e estará mais apta a detectar alterações - como nódulos ou dores.

É importante fazer o autoexame uma vez ao mês. Normalmente, até uma semana depois do término da menstruação, segundo o Instituto Brasileiro de Controle do Câncer, ou em uma data específica se você já passou pela menopausa - por exemplo, todo dia 15.
© IBCC - Quando fazer o autoexame da mama
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Lembre-se de que os seus seios mudam constantemente ao longo da vida - desde a puberdade, a gravidez até a menopausa. O peito também muda um pouco durante o seu ciclo mentrual. Você pode notar que os seios ficam mais pesados ​​e maiores antes da menstruação chegar. É possível que você também os sinta mais sensíveis durante a TPM.

O que procurar no autoexame da mama


Durante o autoexame da mama, você deve procurar por alterações, como:
© IBCC - O que procurar no autoexame da mama
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- Mudanças no tamanho e no formato do seio;
- Alterações na textura da pele;
- Se o seu mamilo muda de formato ao toque;
- Vermelhidão ou uma erupção na pele ou em torno do mamilo;
- Um caroço ou espessamento do tecido mamário, diferente do restante do peito;
- Vazamentos nos mamilos;
- Inchaço ou dor constante na axila, ao redor da clavícula ou do seio.

O que fazer se você encontrar algo anormal


Lembrando que o autoexame não substitui a visita ao mastologista.

Ao notar qualquer mudança durante oautoexame, é importante procurar por um médico para diagnosticar qualquer anormalidade ou saber que você está completamente saudável :)
© IBCC - Como fazer o autoexame da mama
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A mamografia é o principal método de detecção precoce. Os especialistas da Sociedade Brasileira de Mastologia recomendam realizá-la ao menos uma vez a cada doze meses, a partir dos 40 anos de idade.

Não tenha medo de falar sobre o assunto -- se ocâncer de mama for descoberto cedo, as chances de um tratamento bem sucedido são grandes!

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Fonte:http://www.taofeminino.com.br/